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Hyundai vence prêmio de Segurança e Saúde no Trabalho

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A Hyundai Motor Brasil foi reconhecida no “Prêmio Melhores Empresas em Segurança e Saúde do Trabalho”, promovido pela Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG). A fabricante sul-coreana foi a vencedora da categoria “Automobilística e Autopeças”, tendo se destacado por suas práticas voltadas à proteção dos trabalhadores e à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

“O prêmio é uma grande honra para todos nós e vem destacar o valor que a Hyundai dá ao profissional de Saúde e Segurança do Trabalho, além do investimento que é realizado na área. Um dos pilares da nossa operação é proporcionar o melhor ambiente de trabalho possível aos nossos colaboradores, o que não seria possível sem o esforço contínuo de nossa equipe de Saúde e Segurança do Trabalho em Piracicaba e São Paulo. Queremos liderar pelo exemplo, inspirar com boas práticas e acompanhar nos próximos anos mais e mais empresas também conquistando este reconhecimento”, celebra Ricardo Martins, vice-presidente administrativo da Hyundai Motor Brasil.

A comissão julgadora do prêmio destacou, para a vitória da Hyundai, iniciativas como adaptações de postos de trabalho e equipamentos de proteção individual (EPIs) para pessoas com deficiência, além de programas de acompanhamento de gestantes e lactantes, treinamentos de percepção de riscos, simulados de emergência e campanhas como BaroZero e Safe Return, reforçando a prevenção nas operações. A premiação também ressaltou que a empresa desenvolve ações voltadas à saúde mental e fechou o ano de 2025 sem nenhum registro de acidentes fatais ou com incapacidade permanente.

A ANIMASEG é a entidade que, desde 1978, congrega as empresas do setor de segurança e proteção ao trabalho e fabricantes de equipamentos de proteção individual e coletiva, bem como de equipamentos afins. Criado para valorizar organizações que incorporam a segurança e a saúde dos trabalhadores à gestão empresarial, o “Prêmio Melhores Empresas em Segurança e Saúde do Trabalho” busca dar visibilidade a experiências e práticas que contribuam para o fortalecimento da cultura de prevenção no ambiente laboral.

Como a Hyundai tem atuado na área de SST?

Presença constante no ranking Great Place to Work®, a Hyundai Motor Brasil já é, desde 2023, reconhecida entre as empresas do setor com as melhores devolutivas dos colaboradores na área de saúde emocional. Este ano, pela primeira vez, a marca conquistou o GEEF Safety Award, realizado anualmente pela Global Energy & Environment Foundation (GEEF), organização internacional sem fins lucrativos que incentiva a implementação de soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria global.

O Prêmio GEEF reconheceu o projeto “Integração dos fatores psicossociais no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)”, desenvolvido pela fabricante sul-coreana com foco na análise dos fatores psicossociais dos colaboradores e a integração destes no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), documento exigido pela nova norma regulamentadora (NR-1) do Ministério do Trabalho e Emprego, em vigor desde o mês de maio.

O projeto premiado da Hyundai destaca, entre outros pontos, a análise dos dados psicossociais coletados tanto de forma coletiva e anônima quanto de forma individualizada e identificada. Também abrange um programa multidisciplinar monitorado pela área de Ergonomia e pelo Ambulatório Médico, e a estruturação de um robusto plano de cuidados para a saúde mental.

O que é o novo modelo de governança “Global CSO” da Hyundai?

Na última semana, a Hyundai deu mais um passo com foco na otimização operacional voltada à saúde, segurança do trabalho e meio ambiente (SSMA). A companhia apresentou esta semana sua configuração global de trabalho nestas áreas através do novo modelo de governança “Global CSO”, para a marca e todas suas associadas no Brasil e nas Américas Central e do Sul. A sigla faz referência à nova posição de Chief Safety Officer, que contará com representantes regionais na organização. A iniciativa busca unificar e padronizar a gestão laboral e de sustentabilidade em todas as operações da Hyundai no mundo e abrange, além da própria Hyundai Motor, as afiliadas Hyundai Mobis, Hyundai Steel, Hyundai Transys, Hyundai Engineering, Hyundai Glovis e Hyundai AutoEver.

As principais metas do grupo de trabalho Global CSO da Hyundai incluem a implementação de sistemas integrados de SSMA; campanhas para prevenção de acidentes; estabelecimento de fluxo de comunicação interconectado entre parceiras; reuniões bimestrais e avaliação de desempenho das marcas perante ocorrências e métricas estabelecidas. A atuação em grupo será replicada nos demais mercados com operações da Hyundai e, nas Américas Central e do Sul, será liderada pelo vice-presidente administrativo da Hyundai Motor Brasil e líder regional do Global CSO, Ricardo Martins.

No total, o programa abrange aproximadamente 4.500 colaboradores de todas as empresas envolvidas e já nasce com pelo menos cinco grandes projetos em andamento. A solenidade de assinatura que marca o compromisso de todas as afiliadas Hyundai acontece neste próximo dia 3 de novembro, na fábrica da Hyundai Motor Brasil em Piracicaba (SP).



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Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged

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Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.

A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.

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Acumulado

De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:

  • 1.248.914 (nove meses de 2026);
  • 1.731.398 (nove meses de 2025).

Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.

  • Serviços: 81.241 postos;
  • Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 19.285;
  • Comércio: 15.697;
  • Construção civil: 9.468;
  • Agropecuária: -4.381.

Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio. No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas. O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.

Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).

No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.

Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).

Regiões e estados

Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.

Veja abaixo o desempenho de cada região:

  • Nordeste: 49.142 postos;
  • Sudeste: 39.404;
  • Norte: 14.748;
  • Sul: 9.949;
  • Centro-Oeste: 7.894.

Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo. Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).

As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.

Salário médio

O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41. Isso representa:

  • redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto (R$ 2.430,51);
  • aumento de R$ 44,90 (1,88%) em relação a setembro de 2025 (R$ 2.384,51).

Carteira assinada

Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.



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