Economia
Greenplac MDF doa estande da ForMóbile 2026 à ONG Construide
Economia
A Greenplac MDF, indústria premiada nacional e internacionalmente no segmento de painéis de MDF, participa da ForMóbile 2026 com um estande de 300m² assinado pelo Estudio Brunato. Neste ano, como já é marca registrada da empresa, a estrutura não encerrará sua história na desmontagem do pavilhão. Todos os painéis de MDF utilizados no estande serão doados à ONG Construide, organização que desde 2017 constrói moradias dignas e permanentes para famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o Brasil.
A ação faz parte do programa contínuo de design circular consolidado pela Greenplac ao longo dos últimos anos, uma iniciativa que a empresa aplica de forma consecutiva a cada participação em grandes feiras do setor, transformando o descarte em oportunidade concreta de impacto social.
O compromisso é coordenado e fortalecido estrategicamente pela Fundação Nelly Jorge Colnaghi, braço ESG da holding Colpar Brasil, à qual pertence a Greenplac MDF e o modelo da ação já favoreceu instituições importantes como Instituto Resgatando Vidas (Gerando Falcões), Núcleo Social Tabea Diadema, ONG Construide, Projeto Mobília RS (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Passo Fundo), Associação Padre Leo Commissarri, Hospital Auxiliadora (Água Clara/MS), Projeto Leiturinha, Projeto Conecta Mães (São José do Rio Preto/SP).
A ONG que transforma paredes em dignidade
Fundada pelo arquiteto e empresário Bruno Bordón em 2017, após uma viagem missionária ao interior do Piauí, a Construide surgiu do encontro com a realidade precária de uma família e da convicção de que a arquitetura pode e deve ser colocada a serviço das pessoas mais vulneráveis. A ONG já impactou mais de 30 mil vidas, com 90 famílias atendidas, mais de 5.000 voluntários cadastrados e ações realizadas em outros estados e países.
A Construide padronizou projetos de casas em modelos de 21m², 26m², 34m² e 41m², desenvolvidos para atender diferentes estruturas familiares em qualquer região do Brasil, reduzindo custos e minimizando o desperdício de materiais na construção. Bruno Bordón foi reconhecido pela Forbes Under 30 em 2021 na categoria Terceiro Setor, e a ONG já levou sua atuação a estados como Bahia, Amazonas, Minas Gerais, Sergipe, Goiás e Paraná, além de Moçambique, na África.
“A parceria com a Greenplac é uma relação baseada em confiança e via de encontro com nosso propósito que é capaz de mudar vidas. Podemos aproveitar o material que chega em pleno potencial de uso para as casas que construímos. E isso é transformador para a sociedade, de verdade”, afirma Bruno Bordón, fundador da Construide.
Design circular: uma força na contramão do desperdício
A indústria de eventos movimenta toneladas de materiais nobres por ano. Estandes, mobiliário, expositores e divisórias constroem ambientes completos com o que há de melhor e mais modernos que, em muitos casos, duram apenas quatro dias para depois serem descartados. A Greenplac decidiu romper com essa lógica há vários anos, fazendo da desmontagem o início de um novo ciclo, não o fim de um produto.
“Levamos muito a sério o design circular e, por isso, insistimos em manter ações como esta. Em um mundo marcado pelo desperdício, elas se tornam ainda mais necessárias e inspiradoras, pois valorizamos a história e o desenvolvimento dos nossos produtos. E mais uma vez reforçamos que para a Greenplac MDF, nada se perde, tudo se transforma”, destaca Lais Carelo, Gerente de Marketing da Greenplac.
O histórico da empresa demonstra que a consistência faz parte de sua atuação. Esta não é a primeira vez que Construide e Greenplac unem forças em torno desse propósito. Em edições anteriores da Expo Revestir e da Formobile, os estandes da marca, com áreas superiores a 160 m² e 300 m², foram integralmente doados à ONG, consolidando uma parceria que se fortalece e amplia seu impacto a cada edição.
ESG como compromisso, não como acessório
O programa de design circular da Greenplac integra a agenda ESG da holding Colpar Brasil, gerenciada pela Fundação Nelly Jorge Colnaghi. A ação na ForMóbile 2026 se soma a outros compromissos socioambientais da marca, como os programas de reflorestamento Flora Tietê e Flora MS, a parceria contínua com o Instituto Resgatando Vidas, parte do Grupo Gerando Falcões, e muitas outras iniciativas em desenvolvimento comunitário em Água Clara (MS), região onde a planta industrial da Greenplac está instalada.
O reconhecimento externo a essa trajetória veio com a conquista do Selo Better Stands Prata, programa da Informa Markets que tem como objetivo reduzir a gigantesca produção de lixo cenógráfico em feiras de negócios. O Selo Prata reconhece iniciativas concretas de redução de impacto e uso de materiais sustentáveis, atestando que a Greenplac não apenas cumpre normas ESG, mas lidera pelo exemplo dentro do setor.
“Tudo isso reforça o posicionamento estratégico da empresa, baseado no compromisso genuíno com toda a cadeia produtiva, que nasce nas florestas certificadas e sustentáveis e se concretiza em cada projeto acabado que passa pelas mãos de quem faz a marcenaria acontecer”, ressalta José Roberto Colnaghi, Presidente do Conselho Administração da Colpar Brasil.
Sobre a Greenplac MDF
Fundada em 2018, a Greenplac MDF é uma indústria de painéis de madeira pertencente à holding Colpar Brasil. Com planta industrial em Água Clara (MS), a marca combina tecnologia alemã, inovação, qualidade e compromisso socioambiental. Seus produtos foram reconhecidos em feiras e premiações nacionais e internacionais, incluindo Interzum (Alemanha), iF Design Award, DNA Paris Design Awards, Prêmio POPAI e ADC Awards. No âmbito ESG, a marca é detentora do Selo Better Stands Prata (Informa Markets), que reconhece iniciativas de redução de impacto e uso de materiais sustentáveis em feiras de negócios. Mais informações disponíveis no site greenplac.com.br.
Sobre a Fundação Nelly Jorge Colnaghi
Braço ESG da holding Colpar Brasil, a Fundação Nelly Jorge Colnaghi coordena e fortalece as ações de responsabilidade social, ambiental e de governança do grupo, garantindo que o compromisso com o impacto positivo seja estrutural e permanente em todas as empresas da holding. Para mais informações, basta acessar: http://fundacaocolnaghi.org.br/
Economia
Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.
A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.
Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.
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Acumulado
De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:
- 1.248.914 (nove meses de 2026);
- 1.731.398 (nove meses de 2025).
Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.
Setores
Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.
- Serviços: 81.241 postos;
- Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 19.285;
- Comércio: 15.697;
- Construção civil: 9.468;
- Agropecuária: -4.381.
Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio. No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.
Destaques
Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas. O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.
Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).
No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.
Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).
Regiões e estados
Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.
Veja abaixo o desempenho de cada região:
- Nordeste: 49.142 postos;
- Sudeste: 39.404;
- Norte: 14.748;
- Sul: 9.949;
- Centro-Oeste: 7.894.
Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo. Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).
As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.
Salário médio
O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41. Isso representa:
- redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto (R$ 2.430,51);
- aumento de R$ 44,90 (1,88%) em relação a setembro de 2025 (R$ 2.384,51).
Carteira assinada
Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.
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