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Elanco trata mais de 2 milhões de cães com Zenrelia

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A Elanco Saúde Animal anuncia que Zenrelia™ (ilunocitinib), tratamento para o controle do prurido associado às dermatites alérgicas e à dermatite atópica em cães, já foi administrado em mais de dois milhões de animais em todo o mundo. O marco reforça a adoção global do medicamento e a busca por soluções que contribuam para a saúde e o bem-estar animal.

A dermatite atópica canina é uma condição inflamatória crônica que pode provocar coceira intensa, lesões de pele e desconforto, impactando a qualidade de vida dos animais e de seus tutores. O controle adequado do prurido é considerado um dos principais objetivos do tratamento, contribuindo para maior conforto e bem-estar dos cães.

Zenrelia™ é um inibidor oral da Janus quinase (JAK), administrado uma vez ao dia, indicado para o controle do prurido associado às dermatites alérgicas e ao tratamento das manifestações clínicas da dermatite atópica em cães. Ao auxiliar no controle da coceira, o tratamento contribui para reduzir o desconforto associado à doença e favorecer a recuperação das lesões cutâneas.

O produto possui aprovação regulatória em diferentes mercados, incluindo a Comissão Europeia, a FDA, nos Estados Unidos, e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), no Brasil.

“Alcançar dois milhões de cães tratados é um resultado relevante, que reflete a adoção do produto em diferentes mercados e o compromisso da Elanco em apoiar a saúde e o bem-estar dos animais de companhia”, afirma Cristiano Anjo, diretor de marketing da Elanco Brasil.

Estudos clínicos demonstram resultados no controle do prurido e das lesões cutâneas

Estudos clínicos publicados demonstraram que Zenrelia™ apresentou resultados no controle do prurido e das lesões cutâneas em cães com dermatite atópica. Após quatro meses de tratamento, 77% dos cães tratados com ilunocitinib alcançaram níveis de prurido semelhantes aos observados em animais não alérgicos, em comparação com 53% dos cães tratados com oclacitinib.

Nos estudos realizados, o medicamento apresentou perfil de segurança comparável ao do oclacitinib e pôde ser utilizado concomitantemente a protocolos de vacinação, sem necessidade de alterações no manejo terapêutico.

No Brasil, Zenrelia™ está disponível em quatro apresentações, permitindo ajuste da dose de acordo com o peso corporal do animal. A recomendação é de administração diária entre 0,6 mg/kg e 0,8 mg/kg para cães com idade igual ou superior a 12 meses.

Segundo a médica-veterinária Rita Carmona, primeira profissional a prescrever o produto no mundo, “a redução da coceira contribui para a recuperação da pele e para a melhora da qualidade de vida dos animais. Os estudos publicados com ilunocitinib acrescentam evidências importantes sobre sua utilização clínica em cães com dermatites alérgicas e dermatite atópica”.

Estudos científicos que embasam Zenrelia™

O conjunto de estudos clínicos publicados sobre o medicamento reúne evidências relacionadas à sua segurança e eficácia quando utilizado conforme as orientações de bula. Médicos-veterinários interessados em consultar as publicações científicas e informações técnicas sobre o produto podem acessar a plataforma ElancoVets.

Mais informações sobre a Elanco estão disponíveis em www.elanco.com.br.



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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