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Cyrela conquista três reconhecimentos no Prêmio Seconci-SP

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A Cyrela, uma das maiores incorporadoras e construtoras do Brasil, conquistou três reconhecimentos na 10ª edição do Prêmio Seconci-SP de Saúde e Segurança do Trabalho, realizada em 19 de outubro, no Parque Mirante, em São Paulo. A companhia foi destaque por ações voltadas à saúde mental, à inclusão social e à prevenção de riscos na construção civil, que integram sua atuação para promover ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis.

Entre os premiados, Antônio Olavo da Silva, supervisor de segurança do trabalho, há 16 anos na Cyrela, recebe o reconhecimento na categoria Profissional Destaque por sua contribuição à capacitação das equipes operacionais e ao fortalecimento da segurança do trabalho. A companhia também conquistou o segundo lugar em Controle da Saúde no Canteiro, com o projeto Apoio Social no Canteiro de Obras, e o terceiro lugar em Melhores Práticas de ESG, com a iniciativa Construção Sem Fronteiras.

Desenvolvido em conjunto pelas equipes de Saúde e do Instituto Cyrela, o Apoio Social no Canteiro de Obras oferece escuta ativa, acompanhamento contínuo e suporte a colaboradores próprios e terceiros, com atenção à saúde mental, à qualidade de vida e aos riscos psicossociais. Já o Construção Sem Fronteiras promove a qualificação profissional e a inclusão produtiva de pessoas em situação de vulnerabilidade social, reunindo formação técnica, suporte social e conexão com oportunidades de emprego no setor. O projeto tem como meta alcançar 500 pessoas, sendo pelo menos 50% pertencentes aos grupos: mulheres, negros, migrantes e refugiados.

A atuação de Antônio Olavo da Silva se destaca pela integração entre segurança e produção, por meio de capacitações, orientações técnicas e acompanhamento em campo. Seu trabalho contribui para ampliar a percepção de riscos entre os profissionais e incentivar práticas mais seguras na rotina das obras.

“A saúde e a segurança dos trabalhadores são prioridades que precisam estar presentes na rotina dos canteiros de obras. Esses reconhecimentos mostram a importância de desenvolver iniciativas que vão além da prevenção de acidentes, incluindo atenção à saúde mental, acompanhamento dos profissionais e oportunidades de desenvolvimento. São ações construídas em conjunto por diferentes equipes, que contribuem para ambientes de trabalho mais seguros e acolhedores”, afirma Bruno Silva, gerente de Administração de Pessoal, Saúde Ocupacional e Qualidade de Vida da Cyrela.

Para Telma Graziano, superintendente de Marketing do Grupo Cyrela, as conquistas também refletem os valores que orientam a atuação da companhia. “Construir vai muito além de erguer empreendimentos. É também cuidar das pessoas que tornam cada projeto possível, reconhecer talentos e criar oportunidades para transformar vidas. Esses três reconhecimentos traduzem a força de uma cultura construída coletivamente, que coloca as pessoas no centro de tudo o que fazemos”.

As premiações reforçam o trabalho conjunto de diferentes áreas e profissionais da Cyrela na promoção da saúde, da segurança e da inclusão social, contribuindo para o desenvolvimento de práticas cada vez mais responsáveis na construção civil.



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Crédito fica mais acessível, mas CFO aponta o custo oculto

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A CFO Bárbara Andrade lança em São Paulo e em Belo Horizonte o livro “A Conta do Crescimento: como escolher a fonte certa de capital sem comprometer o futuro da empresa”. A obra chega em um momento em que pequenos negócios voltaram a ter mais facilidade para conseguir crédito no Brasil e analisa o que as empresas pagam ao captar recursos além dos juros, como a perda de participação no negócio e as garantias oferecidas com o patrimônio dos sócios.

Segundo a autora, um dos erros recorrentes é buscar dinheiro antes de saber quanto a própria operação consegue pagar. Bárbara resume o argumento na conclusão: “Nenhuma empresa quebra por escolher a fonte de capital errada. Ela quebra por escolher qualquer fonte antes de saber o que a operação pode sustentar.”

O livro analisa as alternativas disponíveis hoje para empresas de porte médio, do crédito bancário ao investimento em troca de participação, passando por fundos de recebíveis, dívida estruturada e venture debt. De acordo com a obra, parte desses instrumentos era acessível apenas a grandes companhias até poucos anos atrás. No mesmo período, credores e investidores passaram a avaliar com mais rigor a governança e a capacidade de pagamento das empresas.

A autora também trata de fatores que pesam na decisão e recebem menos atenção nas análises de captação, como o medo de perder o controle do negócio e o desconforto de oferecer bens da família como garantia. Para Bárbara, “essas preocupações integram a decisão e precisam ser consideradas junto à análise financeira”.

Com mais de 15 anos de carreira em finanças, Bárbara trabalhou com controladoria e orçamento na indústria automotiva, com planejamento financeiro e tesouraria no setor de tecnologia e foi CFO e sócia de uma empresa de aviação privada. Sua experiência de liderança, aliada à formação em conselhos de administração, orienta a visão sobre captação de recursos, governança e os impactos das decisões de capital no futuro das empresas.

A personagem fictícia que guia os capítulos, uma empresária que precisa escolher entre duas propostas de financiamento, foi criada a partir de situações que se repetiram em conversas da autora com lideranças de vários setores. Com base nessa convivência, o livro defende que o histórico financeiro e o relacionamento com bancos e investidores são construídos antes de a empresa precisar de dinheiro e influenciam prazo, custo e condições das negociações futuras.

Para a autora, a decisão de captar recursos não cabe apenas ao departamento financeiro. Definir onde o dinheiro será aplicado e como ele vai voltar ao caixa exige a participação da área comercial, da área de operações e da liderança da empresa. O livro foi escrito para quem decide sobre capital, seja qual for o cargo: fundadores que nunca tiveram um CFO ao lado para interpretar contratos, diretores financeiros e conselheiros que precisam avaliar propostas de captação.

O primeiro lançamento será em São Paulo, na Livraria da Vila, e o segundo, posteriormente, em Belo Horizonte. Os convites são individuais e enviados a profissionais com trajetória reconhecida em suas áreas. O livro faz parte do catálogo de publicações certificadas pela A7Z, que seleciona seus autores pela experiência na alta liderança.

Mineira de Belo Horizonte, Bárbara Andrade mora em São Paulo e é CFO da Boca Rosa Company, uma marca brasileira de beleza e cosméticos. Atua também como palestrante e mentora, com trajetória em empresas como Iveco, Fiat, Hotmart e Flapper. Em 2021, foi reconhecida como CFO do ano pelo Global Excellence Awards. É formada em Administração pelo CEFET-MG, possui especializações em Finanças pelo Ibmec e pela London School of Business and Finance, além de formação em conselhos de administração pelo IBGC.

A obra é publicada pela A7Z, certificadora e editora especializada no posicionamento da alta liderança, que transforma trajetórias de carreira em publicações de referência. A A7Z integra a Rede Líderes, ecossistema que reúne quem decide em finanças, tecnologia, pessoas, risco e receita para, juntos, descobrirem as soluções e tecnologias de mercado capazes de responder aos desafios de suas empresas.



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