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Buffet Actuel expande atuação e inaugura Moema Ville

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O Buffet Actuel, referência há décadas no setor de eventos de alto padrão, acaba de lançar sua mais nova unidade de negócios: o Moema Ville. De acordo com Sergio Dalle Molle, sócio-fundador do Actuel, “o empreendimento nasce com a missão de traduzir a expertise técnica do grupo em um ambiente que une o charme residencial de um dos bairros mais nobres da capital paulista a uma infraestrutura tecnológica de ponta”.

Enquanto o Actuel consolidou sua história com grandes celebrações, o Moema Ville surge para ocupar um nicho estratégico: eventos que demandam proximidade, exclusividade e design. O espaço foi projetado para transitar entre o corporativo dinâmico e o social afetivo, acomodando desde workshops e lançamentos de marcas até mini-weddings e aniversários intimistas.

Para Dalle Molle, o Moema Ville não é apenas um novo endereço, mas uma evolução do modelo de serviço do grupo. Entre os principais destaques estão uma gastronomia autoral, onde o menu segue o rigor de qualidade do Buffet Actuel, mas com opções adaptadas para formatos modernos, como ‘finger foods’ gourmet e estações gastronômicas interativas, com uma arquitetura versátil, onde o projeto privilegia a iluminação natural e o uso de materiais nobres, permitindo que o cliente personalize o layout sem perder a identidade sofisticada do local.

Um grande diferencial do novo empreendimento é a localização privilegiada, no coração de Moema, onde o espaço oferece facilidade de acesso e a conveniência de uma das infraestruturas urbanas mais completas de São Paulo. “O Moema Ville é a resposta do Buffet Actuel a um novo comportamento do consumidor, que busca espaços menos impessoais e mais conectados com a identidade do anfitrião”, afirma a diretoria do grupo.

Sobre o Buffet Actuel

Com anos de tradição no mercado paulistano, o Buffet Actuel é sinônimo de excelência em hospitalidade e gastronomia. A marca se destaca pela curadoria minuciosa de cada detalhe, desde o planejamento logístico até a execução final, garantindo que cada evento seja uma experiência sensorial única. Mais informações: www.buffetactuel.com.br

Informações para a imprensa

Vervi Assessoria

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Economia

Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged

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Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.

A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.

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Acumulado

De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:

  • 1.248.914 (nove meses de 2026);
  • 1.731.398 (nove meses de 2025).

Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.

  • Serviços: 81.241 postos;
  • Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 19.285;
  • Comércio: 15.697;
  • Construção civil: 9.468;
  • Agropecuária: -4.381.

Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio. No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas. O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.

Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).

No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.

Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).

Regiões e estados

Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.

Veja abaixo o desempenho de cada região:

  • Nordeste: 49.142 postos;
  • Sudeste: 39.404;
  • Norte: 14.748;
  • Sul: 9.949;
  • Centro-Oeste: 7.894.

Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo. Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).

As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.

Salário médio

O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41. Isso representa:

  • redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto (R$ 2.430,51);
  • aumento de R$ 44,90 (1,88%) em relação a setembro de 2025 (R$ 2.384,51).

Carteira assinada

Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.



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