Economia
Birdwatching atrai turistas para a avifauna brasileira
Economia
O birdwatching, modalidade de ecoturismo que consiste na observação de aves, tem registrado crescimento significativo no Brasil, atraindo visitantes de diversas partes do mundo. A Secretaria do Entorno do Distrito Federal informa que existem mais de 100 milhões de praticantes de atividade globalmente, dos quais cerca de 42 mil estão no Brasil.
A prática permite conhecer as aves a partir de seus cantos, movimentos, hábitos e interações com o ambiente, não exigindo conhecimento prévio. Essa acessibilidade tem impulsionado o interesse em diferentes biomas brasileiros, como o Cerrado e a Amazônia, além de cidades que se destacam como destinos especializados.
“Para iniciantes, o primeiro contato pode ser feito pela identificação de cantos, cores, formatos e comportamentos. Observadores experientes buscam espécies raras”, relata Vininha F. Carvalho, ambientalista, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios.
Joinville, em Santa Catarina, vem se consolidando como um polo estratégico para o birdwatching. O município oferece trilhas acessíveis, áreas de proteção ambiental e rica biodiversidade, atendendo turistas, fotógrafos e observadores de todos os níveis. Segundo o biólogo Alexandre Venson Grose, presidente do COA Joinville, a cidade registra espécies raras e inéditas em nível nacional, difíceis de encontrar em outras regiões do país.
A Amazônia representa outro importante cenário para a observação de aves, abrigando uma variedade impressionante de espécies, incluindo araras, tucanos e gaviões. “Ao visitar essas regiões, é fundamental respeitar a natureza e seguir as diretrizes do turismo sustentável: não deixar lixo, não perturbar os animais e contribuir para a preservação ambiental”, enfatiza Vininha F. Carvalho.
Com a expansão da prática, o birdwatching consolida-se como uma opção de turismo sustentável, promovendo a valorização da biodiversidade brasileira e oferecendo experiências de contato direto com a avifauna.
Economia
Crédito fica mais acessível, mas CFO aponta o custo oculto
A CFO Bárbara Andrade lança em São Paulo e em Belo Horizonte o livro “A Conta do Crescimento: como escolher a fonte certa de capital sem comprometer o futuro da empresa”. A obra chega em um momento em que pequenos negócios voltaram a ter mais facilidade para conseguir crédito no Brasil e analisa o que as empresas pagam ao captar recursos além dos juros, como a perda de participação no negócio e as garantias oferecidas com o patrimônio dos sócios.
Segundo a autora, um dos erros recorrentes é buscar dinheiro antes de saber quanto a própria operação consegue pagar. Bárbara resume o argumento na conclusão: “Nenhuma empresa quebra por escolher a fonte de capital errada. Ela quebra por escolher qualquer fonte antes de saber o que a operação pode sustentar.”
O livro analisa as alternativas disponíveis hoje para empresas de porte médio, do crédito bancário ao investimento em troca de participação, passando por fundos de recebíveis, dívida estruturada e venture debt. De acordo com a obra, parte desses instrumentos era acessível apenas a grandes companhias até poucos anos atrás. No mesmo período, credores e investidores passaram a avaliar com mais rigor a governança e a capacidade de pagamento das empresas.
A autora também trata de fatores que pesam na decisão e recebem menos atenção nas análises de captação, como o medo de perder o controle do negócio e o desconforto de oferecer bens da família como garantia. Para Bárbara, “essas preocupações integram a decisão e precisam ser consideradas junto à análise financeira”.
Com mais de 15 anos de carreira em finanças, Bárbara trabalhou com controladoria e orçamento na indústria automotiva, com planejamento financeiro e tesouraria no setor de tecnologia e foi CFO e sócia de uma empresa de aviação privada. Sua experiência de liderança, aliada à formação em conselhos de administração, orienta a visão sobre captação de recursos, governança e os impactos das decisões de capital no futuro das empresas.
A personagem fictícia que guia os capítulos, uma empresária que precisa escolher entre duas propostas de financiamento, foi criada a partir de situações que se repetiram em conversas da autora com lideranças de vários setores. Com base nessa convivência, o livro defende que o histórico financeiro e o relacionamento com bancos e investidores são construídos antes de a empresa precisar de dinheiro e influenciam prazo, custo e condições das negociações futuras.
Para a autora, a decisão de captar recursos não cabe apenas ao departamento financeiro. Definir onde o dinheiro será aplicado e como ele vai voltar ao caixa exige a participação da área comercial, da área de operações e da liderança da empresa. O livro foi escrito para quem decide sobre capital, seja qual for o cargo: fundadores que nunca tiveram um CFO ao lado para interpretar contratos, diretores financeiros e conselheiros que precisam avaliar propostas de captação.
O primeiro lançamento será em São Paulo, na Livraria da Vila, e o segundo, posteriormente, em Belo Horizonte. Os convites são individuais e enviados a profissionais com trajetória reconhecida em suas áreas. O livro faz parte do catálogo de publicações certificadas pela A7Z, que seleciona seus autores pela experiência na alta liderança.
Mineira de Belo Horizonte, Bárbara Andrade mora em São Paulo e é CFO da Boca Rosa Company, uma marca brasileira de beleza e cosméticos. Atua também como palestrante e mentora, com trajetória em empresas como Iveco, Fiat, Hotmart e Flapper. Em 2021, foi reconhecida como CFO do ano pelo Global Excellence Awards. É formada em Administração pelo CEFET-MG, possui especializações em Finanças pelo Ibmec e pela London School of Business and Finance, além de formação em conselhos de administração pelo IBGC.
A obra é publicada pela A7Z, certificadora e editora especializada no posicionamento da alta liderança, que transforma trajetórias de carreira em publicações de referência. A A7Z integra a Rede Líderes, ecossistema que reúne quem decide em finanças, tecnologia, pessoas, risco e receita para, juntos, descobrirem as soluções e tecnologias de mercado capazes de responder aos desafios de suas empresas.
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