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Arena Cross Brasil 2026 realiza segunda etapa em Jundiaí

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A segunda etapa do Arena Cross Brasil 2026 será realizada neste sábado, 27 de junho, na Avenida Alexandre Ludke, ao lado do Paço Municipal, em Jundiaí (SP). A competição, que integra um calendário de quatro provas, tem início às 16h com a abertura dos portões e treinos oficiais; as corridas começam às 19h30, envolvendo as categorias PRO, AX2, 65 cc e 50 cc.

Com um formato reduzido, cada etapa assume maior peso na classificação geral. Os resultados obtidos em Jundiaí podem alterar a posição dos pilotos na tabela e influenciar o cenário das duas provas finais da temporada, intensificando a disputa entre os principais concorrentes.

A estrutura do evento inclui pista preparada especialmente para o campeonato, sistema de iluminação, arquibancadas, praça de alimentação e áreas destinadas à circulação do público. A montagem demanda contratação de serviços temporários de montagem, segurança, limpeza e apoio operacional.

A expectativa é de que a etapa atraia pilotos, equipes, profissionais da organização, imprensa especializada e torcedores de diferentes estados. Esse fluxo de visitantes deve elevar a demanda nos setores de hotelaria, alimentação, comércio, transporte e postos de combustíveis nos dias que antecedem a competição.

A temporada 2026 conta com a participação de pilotos de sete países – Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, Espanha, França e Argentina – reforçando o posicionamento do Arena Cross como uma das principais competições de motocross da América Latina. Entre os destaques da categoria PRO estão o britânico Dean Wilson, atual campeão, o norte‑americano Kyle Peters, pentacampeão do AMA Arenacross, o francês Greg Aranda, o português Paulo Alberto, recordista de títulos, o espanhol Joan Cros e o argentino Tomas Matkovich. O Brasil está representado por Enzo Lopes, Hector Assunção, Lucas Dunka, Gustavo Pessoa, Guilherme Bresolin, Caio Lopes e Vitor Borba.

A transmissão ao vivo será feita pelos canais Arena Live Brasil e SportBay TV, disponíveis no YouTube das 18h às 22h30, permitindo que o público acompanhe as corridas em tempo real.

Serviço Arena Cross Brasil 2026 – 2ª etapa Data: 27 de junho (sábado) Local: Avenida Alexandre Ludke, ao lado do Paço Municipal – Jundiaí (SP) Abertura dos portões: 16h Início das corridas: 19h30 Transmissão: Arena Live Brasil e SportBay TV (YouTube), das 18h às 22h30.



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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