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Economia

Aliexpress leva compras em grupo às ruas de São Paulo

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AliExpress realizou uma ação no Beco do Batman, na Zona Oeste de São Paulo, com a participação do humorista Rafael Infante, como parte da campanha 11.11. Durante a atividade, o artista recebeu o desafio de reunir 100 pessoas para participar de uma compra coletiva, e os participantes receberam os produtos gratuitamente ao final da dinâmica.

A ação integra a campanha “Quanto Mais Amigos, Mais Desconto”, que incentiva o compartilhamento de ofertas em grupos de mensagens e redes sociais para promover o Group Buy, modalidade de compra coletiva oferecida pela plataforma. Os grupos podem ter de três a cem participantes, e os descontos variam conforme o número de compradores, podendo chegar a 95% em ofertas específicas. A campanha 11.11 tem início em 1º de novembro e prevê descontos de até 90% em produtos selecionados, com conteúdos distribuídos no Instagram, TikTok, YouTube e WhatsApp, além de ações presenciais.

Marcas+ e Garantia de Melhor Preço

A campanha também inclui a categoria Marcas+, que reúne produtos de marcas e lojas oficiais no AliExpress. Entre as empresas participantes estão 8BitDo, Lenovo, QCY, GameSir e Fifine, com itens dos segmentos de tecnologia, áudio e games. Durante o período promocional, a plataforma promove ações envolvendo 14 marcas da categoria e instalou uma loja temporária em São Paulo em parceria com a 8BitDo.

Parte dos produtos da categoria participa da Garantia de Melhor Preço. Pelo programa, consumidores que encontrarem o mesmo item por um valor inferior em outros marketplaces após a compra podem receber a diferença em cupons, conforme as regras da iniciativa.

A atividade com Rafael Infante foi organizada para apresentar o funcionamento das compras coletivas. O humorista reuniu participantes no local para demonstrar como a quantidade de compradores pode influenciar o preço de determinados produtos, reforçando a proposta da campanha de descontos progressivos conforme o número de integrantes do grupo.



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Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged

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Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.

A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.

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Acumulado

De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:

  • 1.248.914 (nove meses de 2026);
  • 1.731.398 (nove meses de 2025).

Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.

  • Serviços: 81.241 postos;
  • Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 19.285;
  • Comércio: 15.697;
  • Construção civil: 9.468;
  • Agropecuária: -4.381.

Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio. No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas. O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.

Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).

No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.

Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).

Regiões e estados

Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.

Veja abaixo o desempenho de cada região:

  • Nordeste: 49.142 postos;
  • Sudeste: 39.404;
  • Norte: 14.748;
  • Sul: 9.949;
  • Centro-Oeste: 7.894.

Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo. Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).

As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.

Salário médio

O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41. Isso representa:

  • redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto (R$ 2.430,51);
  • aumento de R$ 44,90 (1,88%) em relação a setembro de 2025 (R$ 2.384,51).

Carteira assinada

Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.



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