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Wagner Moura e O Agente Secreto são indicados ao Globo de Ouro

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O brasileiro Wagner Moura foi indicado a categoria de Melhor Ator de Drama no prêmio Globo de Ouro 2026, pela atuação em O Agente Secreto. O filme também foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa. O anúncio aconteceu nesta segunda-feira (8).

Dirigido por Kleber Mendonça Filho, a história de O Agente Secreto se passa nos anos 1970, quando um professor universitário, papel de Wagner Moura, volta para Recife para reencontrar o filho em plena ditadura militar.

Entre os dramas que concorrem com filme brasileiro estão Frankenstein, Hamnet e Pecadores. Já na categoria Língua Não-Inglesa, O Agente Secreto concorre, por exemplo, com No Other Choice, da Coreia do Sul, e Foi apenas um acidente, da França.

Entre os concorrentes de Wagner Moura estão Michael B. Jordan, em Pecadores, Oscar Isaac, em Frankenstein, e Dwayne Johnson, em Coração de Lutador.

A premiação da edição 83 do Globo de Ouro será no dia 11 de janeiro. Confira a lista completa de indicações aqui.

 


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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