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Virada Cultural chega à edição de número 21 na capital paulista

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A Virada Cultural chega à edição de número 21 na capital paulista. Com o tema “O festival dos festivais”, o evento traz 24h ininterruptas de programação variada. São mais de mil atrações entre música, teatro, cinema, dança e outras expressões culturais em vários pontos da cidade de São Paulo.

Programação descentralizada

A programação mantém a tendência dos últimos anos de descentralizar as atrações: são 22 palcos espalhados pelas regiões da cidade.

Entre os ritmos que marcam presença na Virada, há uma grande homenagem ao samba, representado em shows de artistas como Thiaguinho, Péricles, Alexandre Pires, Seu Jorge, Demônios da Garoa, entre outros, além de um palco dedicado ao gênero no viaduto Santa Ifigênia. 

Já na abertura da Virada, o palco do Vale do Anhangabaú recebe o maestro João Carlos Martins e a escola campeã do Carnaval deste ano, a Mocidade Alegre, a partir das 17h deste sábado (23).

Para os fãs de rock, tem shows de Titãs, CPM22, Biquini Cavadão, Ratos de Porão, Ira! e Dead Fish. Passam pelo Palco Butantã, voltado para o rock, bandas como Black Pantera, Hurricanes e Raimundos.

No Tendal da Lapa, o encontro marcado é com o punk paulistano, representado por Ratos de Porão, Invasores de Cérebros, Inocentes, Menstruação Anárquica, Cólera e Garotos Podres.

Theatro Municipal

Quem não quer encarar o frio e a previsão de chuva na rua, pode conferir as atrações no Theatro Municipal, com apresentações de álbuns de Evinha, Claudya, Di Melo, Jorge Mautner, Mercenárias, Fausto Fawcett, Anjo Gabriel e Mundo Livre S.A. A entrada é gratuita, mas a capacidade do teatro é de 1,5 mil lugares. Por isso, é bom se programar para não ficar de fora.

Tem ainda funk, sertanejo, forró, hip hop e trap, além de artistas internacionais no evento. São 16 atrações estrangeiras que se apresentam entre sábado e domingo (24). A programação completa da Virada Cultural está disponível no site da Prefeitura de São Paulo.


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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