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Sistema Comércio de Belém oferece atividades para a população

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Durante a COP30, em Belém, o Sistema Comércio — formado por CNC, Fecomércio, Sesc, Senac e sindicatos empresariais — prepara uma programação gratuita que destaca cultura, inovação e sustentabilidade.

O Senac oferece serviços de beleza para o público que quiser aproveitar os shows, além de drinks regionais no bar-café.

As inscrições para todas as atividades são gratuitas e realizadas online, com prioridade para trabalhadores do comércio.

Na área cultural, o destaque será a Jambu Arena, palco para grandes nomes da música paraense e brasileira, como Fafá de Belém, Donald Net, Lia Sophia e Félix Robatto. O espaço também contará com DJs, apresentações tradicionais, oficinas, experiências imersivas e atividades recreativas.

Vinícius Avales, gerente do Sesc Ver-o-Peso, explica como participar:

“A participação é 100% gratuita, mediante a retirada de ingresso na tiqueteria, com link disponível na bio do nosso Instagram. A programação cultural da arena é composta por shows, oficinas e ativações.”

Além da música, o público vai encontrar espaços temáticos como o Beleza Ancestral, com automaquiagem e pintura corporal indígena; o Lazer e Bem-Estar; e o Degustação, com coquetéis amazônicos. Haverá ainda a Feira de Economia Criativa, sessões de cinema em realidade virtual e oficinas educativas para todas as idades.

Na área empresarial, o Sistema Comércio promove o Hub de Negócios Sustentáveis, com encontros nos dias 5, 12 e 19 de novembro, no Sesc Ver-o-Peso, voltados para empresários.


Fonte: EBC Cultura

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Museu das Amazônias, em Belém, reabre trazendo a diversidade da região

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Depois de sete meses fechado, o Museu das Amazônias reabriu nesta quarta-feira (4), em Belém, com duas exposições gratuitas. O espaço, que fica no Complexo Porto Futuro, foi inaugurado em outubro do ano passado, como parte do legado cultural da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que foi sediada na capital paraense.

A diversidade amazônica é o tema da mostra “Amazônias no Plural”, que ocupa o térreo do museu. O percurso da exposição acompanha o corpo de uma serpente em seis ambientes que retratam o surgimento do território, e a relação entre passado, presente e futuro. Entre as obras está a instalação “Diversidade como Essência” da artista visual Roberta Carvalho. Ela conta que o trabalho entrelaça natureza e seres humanos.

“É uma instalação imersiva em 360 graus onde você tem projeções que são realizadas nas paredes e no piso. Ao centro dessa instalação você tem um móvel de Miritim. Você tem ali um vídeo que conta essa história desde o momento em que um grande asteroide atinge a Terra, passando pela formação desse terreno, contando a história da nossa diversidade de espécies, mostrando muitas imagens de povos, de florestas, de cidade”.

Uma das curadoras da exposição, Joice Ferreira, comenta o processo de escuta que resultou na celebração do território amazônico e de todos os seus povos.

“Houve um processo de escuta com diferentes organizações e representantes de vários países amazônicos, não foi apenas do Brasil, para identificar quais são as histórias que mereciam ser contadas, a perspectiva, como deveria ser o museu. Então foi todo um processo muito importante de escuta para trazer realmente esse olhar e a perspectiva amazônica”.

O artista marajoara Ronaldo Guedes criou um painel que se conecta com a memória e a ancestralidade da cerâmica de outra região do Pará, a Ilha do Marajó.

“Essa obra é muito da cosmologia indígena, que é a cobra-canoa que traz a argila e distribui nas comunidades para que os indígenas pudessem produzir cerâmica. São vários fragmentos que vão se juntando que eu dediquei de fato a todas as pessoas que vieram antes de mim, que produziram cerâmica”.

Além da mostra de longa duração, também foi inaugurada a exposição temporária “Água, Pantanal, Fogo”, com fotografias de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, com imagens que denunciam a crise climática. O curador Eder Chiodetto destaca os trabalhos dos fotodocumentaristas.

“A gente consegue fazer um contraponto entre a pulsão de vida e a pulsão de morte no Pantanal, ilustrada pelas imagens do universo subaquático feitas pelo Luciano, que mostram a magnitude da potência de vida do Pantanal, em contraponto aos incêndios criminosos que assolam o território, pra gente criar uma consciência a partir dessa fricção”.

O Museu das Amazônias fica aberto de quinta a terça-feira, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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