Cultura
São João de Campina Grande divulga programação de 2026
Cultura
A 43ª edição do Maior São João do Mundo, como é oficialmente conhecido o festejo em Campina Grande, começa no dia 3 de junho e segue até o dia 5 de julho. A programação para os 33 dias de festa já foi divulgada. As principais atrações estarão concentradas entre o Parque do Povo e o recém-revitalizado Parque Evaldo Cruz.

O Projeto Dominguinho, que tem à frente João Gomes, Mestrinho e Jota.pê, fará o show da noite de abertura, no palco principal. Ainda no primeiro dia, se apresentam três referências da música nordestina contemporânea: a cantora Solange Almeida e as bandas Brasas do Forró e Limão com Mel.
O palco principal terá cerca de 120 shows dos mais variados gêneros musicais. Artistas que já participaram de edições anteriores, como Elba Ramalho, Flávio José, Eliane e Dorgival Dantas, se juntam a novidades como o cantor Roberto Carlos e a cantora e compositora Marisa Monte, que estará no palco principal no Dia dos Namorados, 12 de junho.
O prefeito da cidade, Bruno Cunha Lima, destacou que há muito tempo o arraial da Rainha da Borborema deixou de ser apenas uma celebração dos santos católicos.
“É o principal momento econômico de Campina. É a força motriz, é o impulso da geração de emprego e renda, de crescimento da nossa economia. No ano passado, o São João movimentou mais de R$ 720 milhões na economia de Campina. E isso é a certeza de que a economia formal, a economia informal, comércio, setor de serviço, todos os locais da cidade, de uma maneira geral, colhem muitos frutos positivos.”
Como o festejo coincide com a Copa do Mundo, haverá telão com transmissão dos jogos do Brasil e um espaço temático para os torcedores em pleno arraial.
A programação dia a dia e as atualizações sobre a festa estão disponíveis no instagram oficial do evento.
Cultura
Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira
A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.
São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.
Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto.
“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.
Marcus Lontra conta mais sobre o trabalho de curadoria da mostra.
“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.
O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador explica como a exposição reflete a diversidade do museu.
“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.
A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.
A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!
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