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Recife terá Natal iluminado a partir deste sábado (13)

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A cidade de Recife, em Pernambuco, vai receber mais de 80 atrações natalinas do dia 13 a 28 de dezembro nos finais de semana. O tema deste ano na capital pernambucana é “Natal dos Sons”, e a decoração terá mais de 4 milhões de pontos luminosos espalhados pela cidade.

A partir do dia 13, a música será destaque com grupos culturais que vão fazer apresentações em parques e espaços públicos da cidade. No dia 14, um cortejo natalino vai passar pelas ruas do Bairro do Recife.

O cortejo sairá às 15h30 da tarde do Paço Alfândega, vai seguir pela Marquês de Olinda e Marco Zero e chega à Praça do Arsenal, onde a Orquestra Sinfônica do Recife vai realizar uma apresentação às 18h.

Uma árvore de Natal com 37 metros de altura foi colocada no novo Parque República do Líbano, no bairro Pina. Algumas réplicas de 18 metros da árvore estão sendo montadas no Segundo Jardim de Boa Viagem, na Avenida Rio Branco e nos parques das Graças e Tamarineira.

Na Avenida Rio Branco, a tradicional vila natalina terá 14 estruturas, entre elas 13 casas e um moinho, além de toda a iluminação temática e um presépio.

Ainda no Rio Branco, um equipamento que produz neve de espuma será a novidade, e vai funcionar nas sextas e sábados, das 19h às 21h; e domingo das 18h às 20h.

*Com supervisão de Roberta Lopes


Fonte: EBC Cultura

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Museu das Amazônias, em Belém, reabre trazendo a diversidade da região

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Depois de sete meses fechado, o Museu das Amazônias reabriu nesta quarta-feira (4), em Belém, com duas exposições gratuitas. O espaço, que fica no Complexo Porto Futuro, foi inaugurado em outubro do ano passado, como parte do legado cultural da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que foi sediada na capital paraense.

A diversidade amazônica é o tema da mostra “Amazônias no Plural”, que ocupa o térreo do museu. O percurso da exposição acompanha o corpo de uma serpente em seis ambientes que retratam o surgimento do território, e a relação entre passado, presente e futuro. Entre as obras está a instalação “Diversidade como Essência” da artista visual Roberta Carvalho. Ela conta que o trabalho entrelaça natureza e seres humanos.

“É uma instalação imersiva em 360 graus onde você tem projeções que são realizadas nas paredes e no piso. Ao centro dessa instalação você tem um móvel de Miritim. Você tem ali um vídeo que conta essa história desde o momento em que um grande asteroide atinge a Terra, passando pela formação desse terreno, contando a história da nossa diversidade de espécies, mostrando muitas imagens de povos, de florestas, de cidade”.

Uma das curadoras da exposição, Joice Ferreira, comenta o processo de escuta que resultou na celebração do território amazônico e de todos os seus povos.

“Houve um processo de escuta com diferentes organizações e representantes de vários países amazônicos, não foi apenas do Brasil, para identificar quais são as histórias que mereciam ser contadas, a perspectiva, como deveria ser o museu. Então foi todo um processo muito importante de escuta para trazer realmente esse olhar e a perspectiva amazônica”.

O artista marajoara Ronaldo Guedes criou um painel que se conecta com a memória e a ancestralidade da cerâmica de outra região do Pará, a Ilha do Marajó.

“Essa obra é muito da cosmologia indígena, que é a cobra-canoa que traz a argila e distribui nas comunidades para que os indígenas pudessem produzir cerâmica. São vários fragmentos que vão se juntando que eu dediquei de fato a todas as pessoas que vieram antes de mim, que produziram cerâmica”.

Além da mostra de longa duração, também foi inaugurada a exposição temporária “Água, Pantanal, Fogo”, com fotografias de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, com imagens que denunciam a crise climática. O curador Eder Chiodetto destaca os trabalhos dos fotodocumentaristas.

“A gente consegue fazer um contraponto entre a pulsão de vida e a pulsão de morte no Pantanal, ilustrada pelas imagens do universo subaquático feitas pelo Luciano, que mostram a magnitude da potência de vida do Pantanal, em contraponto aos incêndios criminosos que assolam o território, pra gente criar uma consciência a partir dessa fricção”.

O Museu das Amazônias fica aberto de quinta a terça-feira, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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