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Cultura

Pelourinho recebe Cortejo Pelos Caminhos da Independência nesta sexta

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Ainda dentro dos festejos do Dia da Independência do Brasil na Bahia, celebrado em 2 julho, o Pelourinho realiza, na manhã desta sexta-feira (10), o “Cortejo e Cerimonial Pelos Caminhos da Independência”. O evento, que chega a sua terceira edição, terá concentração a partir das 9h, no Largo Quincas Berro D’água.

Com o tema “Resistência e Liberdade que Florescem pelos Caminhos da Independência: Um Grito Coletivo”, o cortejo sairá a partir das 10h e contará com 15 alas temáticas femininas, cada uma com uma expressão artística. A ideia é contribuir com o debate sobre pautas atuais da sociedade, como o combate ao feminicídio, à violência contra mulher e à intolerância religiosa.

Oficinas, exposição e shows

A ação cultural contará também com oficinas, exposição fotográfica e shows culturais após o encerramento do cortejo. A exposição fotográfica “Mulheres e o Tempo” apresenta os registros de mulheres idosas e busca destacar, por meio de suas trajetórias, reflexões sobre envelhecimento ativo, inclusão social, participação em atividades culturais e fortalecimento da cidadania por meio da arte, além da contribuição de cada uma delas para a construção da memória social e cultural da Bahia. São 21 painéis, que retratam mulheres negras idosas em sua participação nas atividades culturais do Cerimonial e Cortejo da Independência.

As apresentações culturais começam a partir de meio-dia e meia, com participação da Charanga do Bira e do Samba de Farofa.

Mais detalhes sobre a programação, que é totalmente gratuita, estão disponíveis no Instagram da Central Black Entretenimento, @central_black, que organiza o evento.




Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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