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Cultura

“O Agente Secreto” será homenageado com bonecos gigantes em Olinda

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Os artesãos que confeccionam os tradicionais Bonecos Gigantes de Olinda sempre trazem para a folia novos personagens dos mais variados segmentos, além das tradicionais personalidades homenageadas ano a ano.

E no carnaval de Recife e Olinda deste ano, três dos novos bonecos que vão ganhar as ruas prestam homenagens aos envolvidos no filme pernambucano “O Agente Secreto”, vencedor de prêmios em Cannes, no Globo de Ouro, e que concorre a 4 estatuetas na próxima edição do Oscar.

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Bonecos Gigantes dos atores Wagner Moura e Tânia Maria e do diretor Kleber Mendonça Filho vão desfilar junto com os foliões, celebrando o cinema pernambucano pelas ladeiras históricas de Olinda. Os 3 novos integrantes serão apresentados ao público em breve e vão fazer parte da galeria de homenageados — que inclui a atriz Fernanda Torres, celebrada com um boneco gigante depois da repercussão do filme “Ainda Estou Aqui”.

Mesmo fora da Folia, é possível conhecer parte do acervo dos bonecos gigantes na “Embaixada dos Bonecos Gigantes”, que fica na Rua do Bom Jesus, no Recife Antigo; ou na “Casa dos Bonecos Mirins e Gigantes de Olinda”, que fica na Rua Bispo Coutinho, em frente ao Observatório da Sé.

Dentro da programação principal que envolve os personagens gigantescos do carnaval pernambucanos, estão: o “Encontro de Bonecos Mirins”, que sai todos os anos no domingo de carnaval; e o “Encontro de Bonecos Gigantes de Olinda” que acontece na terça-feira de carnaval.

Já a tradicional Corrida de Bonecos, realizada pela Prefeitura de Olinda, partindo do Mercado da Ribeira, será no próximo sábado (7), ao meio dia. 


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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