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Cultura

Mais de 70 blocos agitam o carnaval de rua em Brasília

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Mais de 70 blocos animam os foliões do Distrito Federal neste carnaval. Há diversão para todos os gostos e idades — do pop ao axé, do funk ao rock. Em Brasília, três grandes espaços terão programação de sábado (14) a terça-feira (17).  

Na plataforma Carnaval Monumental, na área externa do Museu Nacional da República, a festa será comandada pelos blocos do Amor, das Montadas, Na Batida do Morro, Baile Bregue, Nave Pirata e As Leis de Gaga. 

No Gran Folia 2026, na Esplanada dos Ministérios, a festa será comandada por diversos blocos, incluindo o Raparigueiros.
 
No Setor Carnavalesco Sul — Circuito Brasília em Folia, no Setor Comercial Sul, os destaques são o Bloco Saly, System Safadown e Pagodão Delas. 

Neste sábado, tem o tradicional Bloco das Vassourinhas de Brasília, com o frevo pernambucano e a Ala dos Garis. Tem ainda o Aparelhinho, com seu carro de som alegórico que reúne DJs e músicos, misturando música eletrônica a hits carnavalescos. 

No domingo (15), a diversão é para a criançada, com os blocos Baratinha e Carnapati.

 


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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