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Maceió recebe festival de mulheres percussionistas

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Maceió recebe alguns grupos percussivos nordestinos formados por mulheres para o 3º Festival Yá Dandara: Vozes e Ritmos do Feminino. 

O encontro gratuito começou nesta sexta-feira (10), e, até sábado (11), promove várias vivências percussivas, debates, feira de empreendedoras e gastronomia afro no Museu Theo Brandão, no centro da capital alagoana. 

O foco desta terceira edição é fortalecer a rede de cooperação entre mulheres percussionistas do Nordeste e a preservação do patrimônio imaterial.

Nesta sexta, acontecem oficinas de Maracatu e Tambor para participantes já inscritos previamente. No sábado, a partir das 10h, acontece a Gira de Saberes; uma mesa de diálogo aberta ao público que reúne lideranças da percussão feminina de Alagoas, Sergipe, Bahia e Pernambuco. 

Encerrando a programação, a partir das 16h, o palco do museu recebe os shows dos grupos Baque Alagoano e Maracatu Yá Dandara, de Alagoas; o Samba de Pareia, de Sergipe; as baianas de Yayá Muxima e o Tambores de Saia, de Pernambuco.

A programação completa está no perfil oficial do evento no instagram.
 




Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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