Search
Close this search box.

Cultura

Festival de Gramado encerra mostras e premia vencedores

Publicado em

Cultura

O maior evento do cinema brasileiro, o Festival de Gramado, entra na reta final. A programação desta sexta e sábado finaliza as mostras competitivas e entrega troféus aos vencedores. Gabriel Correa está de volta.

Nesta sexta-feira, as atividades começam com debates no Hotel Serra Azul, com as equipes do longa-metragem “Nosso Segredo”, de curtas-metragens, além do documentário sobre o músico “Gonzaguinha, da Maior Liberdade”.

Na mostra competitiva de Longas Gaúchos, ocorre a exibição de “Filhas da Lua”, de Tatiana Sager, às duas da tarde. Também na sexta-feira, a atriz Maria Fernanda Cândido, que recebeu o Troféu Kikito de Cristal na noite anterior, participa de uma coletiva de imprensa.

Como filme de encerramento da edição número 54 do Festival de Gramado, será exibido, fora da competição, “La Perra”, dirigido por Dominga Sotomayor, com Selton Mello no elenco. A coprodução internacional conta a relação entre uma mulher e uma cachorra em uma ilha remota.

A partir das oito da noite, acontece a premiação de Longas-Metragens Gaúchos e da mostra competitiva de Curtas Brasileiros.

No sábado, último dia do festival, a solenidade oficial de premiação ocorre a partir das oito da noite, com a entrega dos troféus Kikito, nas categorias de Longas-Metragens Brasileiros e Longas-Metragens Documentais.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Museu das Amazônias, em Belém, reabre trazendo a diversidade da região

Publicados

em

Depois de sete meses fechado, o Museu das Amazônias reabriu nesta quarta-feira (4), em Belém, com duas exposições gratuitas. O espaço, que fica no Complexo Porto Futuro, foi inaugurado em outubro do ano passado, como parte do legado cultural da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que foi sediada na capital paraense.

A diversidade amazônica é o tema da mostra “Amazônias no Plural”, que ocupa o térreo do museu. O percurso da exposição acompanha o corpo de uma serpente em seis ambientes que retratam o surgimento do território, e a relação entre passado, presente e futuro. Entre as obras está a instalação “Diversidade como Essência” da artista visual Roberta Carvalho. Ela conta que o trabalho entrelaça natureza e seres humanos.

“É uma instalação imersiva em 360 graus onde você tem projeções que são realizadas nas paredes e no piso. Ao centro dessa instalação você tem um móvel de Miritim. Você tem ali um vídeo que conta essa história desde o momento em que um grande asteroide atinge a Terra, passando pela formação desse terreno, contando a história da nossa diversidade de espécies, mostrando muitas imagens de povos, de florestas, de cidade”.

Uma das curadoras da exposição, Joice Ferreira, comenta o processo de escuta que resultou na celebração do território amazônico e de todos os seus povos.

“Houve um processo de escuta com diferentes organizações e representantes de vários países amazônicos, não foi apenas do Brasil, para identificar quais são as histórias que mereciam ser contadas, a perspectiva, como deveria ser o museu. Então foi todo um processo muito importante de escuta para trazer realmente esse olhar e a perspectiva amazônica”.

O artista marajoara Ronaldo Guedes criou um painel que se conecta com a memória e a ancestralidade da cerâmica de outra região do Pará, a Ilha do Marajó.

“Essa obra é muito da cosmologia indígena, que é a cobra-canoa que traz a argila e distribui nas comunidades para que os indígenas pudessem produzir cerâmica. São vários fragmentos que vão se juntando que eu dediquei de fato a todas as pessoas que vieram antes de mim, que produziram cerâmica”.

Além da mostra de longa duração, também foi inaugurada a exposição temporária “Água, Pantanal, Fogo”, com fotografias de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, com imagens que denunciam a crise climática. O curador Eder Chiodetto destaca os trabalhos dos fotodocumentaristas.

“A gente consegue fazer um contraponto entre a pulsão de vida e a pulsão de morte no Pantanal, ilustrada pelas imagens do universo subaquático feitas pelo Luciano, que mostram a magnitude da potência de vida do Pantanal, em contraponto aos incêndios criminosos que assolam o território, pra gente criar uma consciência a partir dessa fricção”.

O Museu das Amazônias fica aberto de quinta a terça-feira, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA