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Festa de Nossa Senhora do Carmo começa no Recife

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A partir desta segunda-feira, a comunidade católica de Pernambuco inicia a celebração de uma das festas religiosas mais tradicionais do país, a Festa de Nossa Senhora do Carmo, Padroeira do Recife.

Esta é a edição de número 330 do festejo, que é coordenado pela Basílica do Carmo, localizada na capital pernambucana. A missa solene e o tradicional hasteamento da bandeira de Nossa Senhora do Carmo no Pátio do templo marcou o início da programação que seguirá até o dia 16 de julho. Na parte da tarde, será celebrada a missa festiva comemorando os 350 anos da arquidiocese de Recife e Olinda.

Nos próximos 11 dias serão celebradas mais de 100 missas, além de novenas, celebrações especiais e apresentações religiosas e musicais. Os eventos religiosos serão realizados na Basílica e também no Claustro do Convento. Já a programação cultural acontecerá diariamente, sempre a partir das sete e meia da noite, no palco montado no Pátio do Carmo. Entre as atrações estão Lilli Trindade, Petrúcio Amorim, as bandas Santroppê, Flor de Mel e Los Cubanos, além dos Padres João Carlos, Neto Feitosa e do Frei Damião Silva.

No dia da Padroeira, 16 de julho, a expectativa é que 300 mil fiéis passem pela região da Basílica ao longo do dia. A programação será aberta às quatro da manhã e encerrada às quatro e meia da tarde, com a Missa Solene Campal, seguida da Procissão pelas ruas do Recife Antigo.

Várias celebrações e momentos religiosos serão transmitidos através do canal da Basílica do Carmo no YouTube @tvcarmelo. A programação dia a dia da Festa de Nossa Senhora do Carmo já está disponível no Instagram @basilicadocarmorecife.
 


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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