Cultura
Carnaval no Recife terá mais de 3 mil atrações em 50 polos da cidade
Cultura
Com o tema “Carnaval do Futuro”, os cortejos de agremiações da cultura popular e blocos de toda a região metropolitana do Recife farão, neste ano, cerca de 3 milapresentações. Serão 50 polos espalhados pela cidade nos dias de folia.

A tradicional subida da escultura do Galo da Madrugada está prevista para o dia 11 de fevereiro. Epicentro da folia recifense, a programação do palco do Marco Zero começa no mesmo dia com o 7º Ubuntu. Com o tema “Deixando legado, pensando no futuro”, a tradicional lavagem da Avenida Rio Branco com as águas de Oxalá reunirá 29 grupos de afoxé.
No palco do Marco Zero, estão previstos dezenas de shows dos mais variados ritmos, além de artistas referência do carnaval pernambucano, como: Maestro Spok; Maestro Forró; Orquestra Popular do Recife; Guerreiros do Passo; Nação Zumbi e encontro de blocos de samba e escolas de samba.
Já no circuito Leda Alves de cultura popular, as prévias acontecem a partir deste sábado e seguem com programação até a terça-feira de Carnaval. Serão mais de 20 agremiações por dia, entre cortejos de ursos, maracatus, bois, afoxés, clubes de frevo, caboclinhos, entre outros.
A festa dos pequenos foliões terá polos específicos em vários parques, como Jaqueira, Santana, Macaxeira, Lindu, Aurora e Tamarineira.
No dia 7 de fevereiro, o tradicional Baile Municipal do Recife completa 60 anos, e o público será animado por mais de 20 atrações, entre elas o baiano Carlinhos Brown e a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério.
Este ano, a programação oficial do Carnaval de Recife homenageia: o cantor Lenine; a Yabassé do Afoxé Oyá Ogum Obá, Carmen Virgínia; e o bloco carnavalesco misto Madeira do Rosarinho, que completa 100 anos de história.
Cultura
Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira
A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.
São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.
Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto.
“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.
Marcus Lontra conta mais sobre o trabalho de curadoria da mostra.
“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.
O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador explica como a exposição reflete a diversidade do museu.
“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.
A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.
A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!
-
Cultura7 dias atrásMostra itinerante de cinema no Ceará é retomada após a pandemia
-
Saúde6 dias atrásSUS amplia cobertura de vacina Pneumo 20 para maiores de 85 anos
-
Saúde6 dias atrásAssédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas, diz pesquisa
-
Cultura6 dias atrásIlê Aiyê celebra mulheres negras na Semana da Mãe Preta
-
Cultura5 dias atrásArtRio começa nesta quarta movimentando o mercado de arte
-
Cultura5 dias atrásIgreja Nossa Senhora da Candelária celebra 215 anos da primeira missa
-
Saúde5 dias atrásAnvisa determina recolhimento do produto NotShake Protein
-
Saúde6 dias atrásIBGE acionará PF e AGU contra fake news sobre pesquisa de saúde
