Search
Close this search box.

Cultura

Caminhada do Forró é reconhecida como Patrimônio Imaterial do Recife

Publicado em

Cultura

A Caminhada do Forró, um dos principais eventos juninos do São João do Recife, celebra neste ano um reconhecimento: o evento agora é Patrimônio Cultural Imaterial da capital pernambucana.

 A 21ª edição da Caminhada do Forró acontece nesta quinta-feira (11) e abre oficialmente os festejos juninos no bairro do Recife Antigo.

A programação começa às 17h, na Rua da Moeda, onde centenas de músicos, entre sanfoneiros, zabumbeiros e triangulistas, farão a concentração; e também será feita a entrega simbólica do Título para os organizadores. Por volta das 19h, a Caminhada segue seu trajeto tradicional até a Praça do Arsenal.

O palco montado na Praça receberá 13 atrações que irão ditar o ritmo desta primeira noite junina do arraial do Centro Histórico. Um dos destaque, e também representando o tema da Caminhada este ano, “Mulheres Forrozeiras”,  é a Orquestra Sanfônica Feminina. O encontro de diferentes gerações de matriarcas do forró pernambucano contará ainda com a participação de 17 tocadoras de triângulos.

A expectativa é que 20 mil pessoas compareçam ao evento. 

A Caminhada do Forró surgiu em 2005, fruto do desejo de alguns amantes do São João feito no interior, entre eles, os irmãos Bruno e Natália Reis, e o desejo de trazer a experiência junina para o centro histórico da capital.

O evento é organizado por meio do Acontecer Projetos Culturais, em parceria com a Prefeitura do Recife.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Museu das Amazônias, em Belém, reabre trazendo a diversidade da região

Publicados

em

Depois de sete meses fechado, o Museu das Amazônias reabriu nesta quarta-feira (4), em Belém, com duas exposições gratuitas. O espaço, que fica no Complexo Porto Futuro, foi inaugurado em outubro do ano passado, como parte do legado cultural da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que foi sediada na capital paraense.

A diversidade amazônica é o tema da mostra “Amazônias no Plural”, que ocupa o térreo do museu. O percurso da exposição acompanha o corpo de uma serpente em seis ambientes que retratam o surgimento do território, e a relação entre passado, presente e futuro. Entre as obras está a instalação “Diversidade como Essência” da artista visual Roberta Carvalho. Ela conta que o trabalho entrelaça natureza e seres humanos.

“É uma instalação imersiva em 360 graus onde você tem projeções que são realizadas nas paredes e no piso. Ao centro dessa instalação você tem um móvel de Miritim. Você tem ali um vídeo que conta essa história desde o momento em que um grande asteroide atinge a Terra, passando pela formação desse terreno, contando a história da nossa diversidade de espécies, mostrando muitas imagens de povos, de florestas, de cidade”.

Uma das curadoras da exposição, Joice Ferreira, comenta o processo de escuta que resultou na celebração do território amazônico e de todos os seus povos.

“Houve um processo de escuta com diferentes organizações e representantes de vários países amazônicos, não foi apenas do Brasil, para identificar quais são as histórias que mereciam ser contadas, a perspectiva, como deveria ser o museu. Então foi todo um processo muito importante de escuta para trazer realmente esse olhar e a perspectiva amazônica”.

O artista marajoara Ronaldo Guedes criou um painel que se conecta com a memória e a ancestralidade da cerâmica de outra região do Pará, a Ilha do Marajó.

“Essa obra é muito da cosmologia indígena, que é a cobra-canoa que traz a argila e distribui nas comunidades para que os indígenas pudessem produzir cerâmica. São vários fragmentos que vão se juntando que eu dediquei de fato a todas as pessoas que vieram antes de mim, que produziram cerâmica”.

Além da mostra de longa duração, também foi inaugurada a exposição temporária “Água, Pantanal, Fogo”, com fotografias de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, com imagens que denunciam a crise climática. O curador Eder Chiodetto destaca os trabalhos dos fotodocumentaristas.

“A gente consegue fazer um contraponto entre a pulsão de vida e a pulsão de morte no Pantanal, ilustrada pelas imagens do universo subaquático feitas pelo Luciano, que mostram a magnitude da potência de vida do Pantanal, em contraponto aos incêndios criminosos que assolam o território, pra gente criar uma consciência a partir dessa fricção”.

O Museu das Amazônias fica aberto de quinta a terça-feira, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA