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Cultura

Balé Teatro Castro Alves seleciona artistas-pesquisadores

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Considerado um dos principais grupos de dança do país, o Balé Teatro Castro Alves, sediado em Salvador, está com inscrições abertas para selecionar três artistas-pesquisadores de qualquer estado do país para investigar a trajetória dos 45 anos do grupo.

As inscrições para o projeto  “Memórias em Movimento” estão abertas até o dia 25 de maio no site da Fundação Cultural do Estado da Bahia,  no endereço ba.gov.br/fundacaocultural.  Além do formulário de inscrição, o edital com todo o regulamento e demais pré-requisitos também está disponível no site.

A investigação acadêmica sobre a história da companhia poderá ser desdobrada para produtos artísticos de diversas naturezas, tais como trabalhos de dança, performances, criações musicais, registros ou ensaios fotográficos, obras audiovisuais, instalações ou outras intervenções artísticas que dialoguem com a memória e a trajetória do grupo. Será destinado um prazo de quatro meses para desenvolvimento da pesquisa envolvendo os processos criativos, as obras, os coreógrafos e os agentes técnicos que atuaram nestas mais de quatro décadas na construção da trajetória do Castro Alves.

O resultado da seleção dos artistas-pesquisadores está previsto para 4 de junho.

O Balé Teatro Castro Alves foi fundado em 1981 em Salvador, na Bahia. O grupo é a primeira companhia pública de dança do eixo Norte-Nordeste e a quinta companhia de dança no Brasil. Nesses 45 anos de história, ele passou a ser referência na dança moderna e contemporânea e já apresentou mais de 100 montagens de importantes coreógrafos.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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