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Cultura

Ator Juca de Oliveira morre aos 91 anos em São Paulo

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Morreu neste sábado, aos 91 anos o ator, escritor e dramaturgo Juca de Oliveira. Ele estava internado deste o dia 13 de março, na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com um quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica.

A morte foi comunicada, pela família, em nota à imprensa. Logo após o anúncio, amigos de trabalho e fãs prestaram homenagens nas redes sociais, destacando a importância de Juca de Oliveira para o teatro, a televisão e o cinema no Brasil.

Na nota, a família lembrou que ele era membro da Academia Paulista de Letras e teve uma trajetória marcada não apenas como intérprete, mas também como autor e diretor de obras relevantes, com olhar crítico, sensibilidade social e forte conexão com o público.

Ao longo da carreira, participou de mais de 30 novelas e minisséries, além de atuar em mais de dez filmes e cerca de 60 peças de teatro, muitas delas também escritas por ele.

José Juca de Oliveira Santos nasceu em 16 de março de 1935, na cidade de São Roque, no interior de São Paulo, e iniciou sua carreira no teatro nos anos 1950.

O velório acontece na tarde deste sábado em cerimônia restrita a amigos e familiares.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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