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Sorriso inicia formação de professores da educação infantil com foco em leitura e escrita

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Programa federal é voltado à qualificação de professores que atuam com crianças de 4 e 5 anos na rede municipal

A Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou, no último dia 31, no auditório do Centro Municipal de Formação (Cemfor), a abertura do Programa Federal para Leitura e Escrita na Educação Infantil (ProLEEI). A iniciativa é direcionada aos professores da pré-escola da rede municipal, que atuam com crianças de 4 e 5 anos.

O programa tem como foco a qualificação dos profissionais da Educação Infantil, com ênfase no desenvolvimento de práticas pedagógicas voltadas à linguagem oral, leitura e escrita.

A secretária municipal de Educação, Adriana Reichert, destacou o papel da formação no fortalecimento do ensino. “O programa reforça a organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil e contribui para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita desde os primeiros anos”, afirma.

A gestora da educação explica, ainda, que alinhado ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, o ProLEEI propõe a adoção de estratégias em sala de aula baseadas na interação entre os alunos e em atividades lúdicas, consideradas fundamentais para o processo de aprendizagem nesta etapa.

Durante o encontro, foram apresentados os eixos do programa, que incluem formação continuada, acompanhamento das práticas pedagógicas e estímulo à troca de experiências entre os professores da rede municipal.

A programação do ProLEEI prevê a realização de encontros formativos ao longo do ano letivo, com participação dos profissionais da rede municipal de ensino.

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Capacitação reforça uso de biodigestores nas escolas e fortalece educação ambiental em Sorriso

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Gestores das unidades escolares da rede municipal participaram, na tarde desta quarta-feira (10), de uma capacitação voltada ao funcionamento e à utilização dos biodigestores instalados nas escolas. O encontro, realizado na Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, integra as ações do programa Cidade Inteligente, Humana e Sustentável e também faz parte das iniciativas desenvolvidas pelo Eco Sorriso, consolidando o Município como referência na adoção de tecnologias sustentáveis no ambiente escolar, na inovação, sustentabilidade e educação ambiental.

Ao todo, 18 escolas municipais contam com a tecnologia, que transforma resíduos orgânicos em biogás e biofertilizantes, contribuindo para a gestão adequada dos resíduos produzidos diariamente nas cozinhas escolares. Além de promover a reciclagem de matéria orgânica e reduzir custos com energia, o sistema também diminui o envio de lixo aos aterros sanitários e incentiva práticas mais sustentáveis dentro do ambiente escolar.

Segundo o coordenador do Eco Sorriso e diretor de Saneamento Básico, Diogo Martins, a formação teve como principal objetivo atualizar os gestores que já acompanham o funcionamento dos biodigestores e capacitar os novos diretores que assumiram recentemente algumas unidades, além de envolver a equipe de nutricionistas da Central de Alimentação Escolar (CAE), fortalecendo o trabalho conjunto para manter os sistemas em pleno funcionamento e reativar aqueles que eventualmente estejam inativos.

“Durante o encontro, foram abordados aspectos técnicos do funcionamento da tecnologia israelense implantada no município, seus benefícios ambientais e econômicos. Os biodigestores representam uma oportunidade de transformar a educação ambiental em uma experiência prática dentro das escolas. Estamos formando gestores e equipes para que essa tecnologia seja utilizada em todo o seu potencial, aliando inovação, energias renováveis, sustentabilidade e aprendizagem.

Após a capacitação, os participantes realizaram uma visita técnica ao biodigestor da Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, referência no funcionamento do sistema. A unidade produz biogás e biofertilizante utilizado na manutenção dos jardins e do paisagismo da própria escola, tornando-se um exemplo prático dos benefícios proporcionados pela iniciativa.

“O biodigestor já faz parte da nossa rotina e mostra, na prática, que sustentabilidade também se aprende fazendo. Além dos benefícios ambientais, ele desperta a curiosidade dos alunos e amplia as possibilidades de trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente, responsabilidade social e cuidado com os recursos naturais. Sem dúvida, é uma ferramenta que agrega muito valor ao processo educativo”, declarou a diretora da escola, Edena Cristina.

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