Sorriso
Nova lei reestrutura Comturs e amplia participação da sociedade
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Lei nº 3.773/2025 atualiza a composição do COMTURS para fortalecer o setor e estimular o engajamento social
Sorriso conta, a partir deste mês, com uma nova legislação que redefine a composição e o funcionamento do Conselho Municipal de Turismo (COMTURS). A Lei nº 3.773, de 15 de outubro de 2025, publicada no Diário Oficial do Município, revoga as normas anteriores e cria uma estrutura mais moderna e representativa para o órgão.
De acordo com o secretário adjunto de Turismo, Nelson Eduardo Pereira da Costa, a atualização era necessária para adequar o conselho à realidade atual do setor e promover maior engajamento da comunidade. “O novo formato do COMTURS foi pensado para incentivar a participação da sociedade civil e das entidades ligadas ao turismo. Queremos um conselho atuante, que contribua para construir políticas públicas mais efetivas e que ajude a população a entender a importância do turismo para o desenvolvimento da cidade”, destacou.
Nelson lembrou ainda que uma pesquisa de percepção divulgada em agosto de 2025 mostrou que os sorrisenses ainda precisam compreender melhor o que é o turismo e como ele impacta positivamente a economia, a cultura e a qualidade de vida da população.
O COMTURS tem papel essencial no planejamento e acompanhamento das políticas municipais de turismo, e atua como espaço de diálogo entre o poder público, o setor privado e a sociedade civil. É por meio dele que são discutidas ações para valorizar os atrativos locais, fomentar o turismo e impulsionar a geração de emprego e renda.
Sorriso
Capacitação reforça uso de biodigestores nas escolas e fortalece educação ambiental em Sorriso
Gestores das unidades escolares da rede municipal participaram, na tarde desta quarta-feira (10), de uma capacitação voltada ao funcionamento e à utilização dos biodigestores instalados nas escolas. O encontro, realizado na Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, integra as ações do programa Cidade Inteligente, Humana e Sustentável e também faz parte das iniciativas desenvolvidas pelo Eco Sorriso, consolidando o Município como referência na adoção de tecnologias sustentáveis no ambiente escolar, na inovação, sustentabilidade e educação ambiental.
Ao todo, 18 escolas municipais contam com a tecnologia, que transforma resíduos orgânicos em biogás e biofertilizantes, contribuindo para a gestão adequada dos resíduos produzidos diariamente nas cozinhas escolares. Além de promover a reciclagem de matéria orgânica e reduzir custos com energia, o sistema também diminui o envio de lixo aos aterros sanitários e incentiva práticas mais sustentáveis dentro do ambiente escolar.
Segundo o coordenador do Eco Sorriso e diretor de Saneamento Básico, Diogo Martins, a formação teve como principal objetivo atualizar os gestores que já acompanham o funcionamento dos biodigestores e capacitar os novos diretores que assumiram recentemente algumas unidades, além de envolver a equipe de nutricionistas da Central de Alimentação Escolar (CAE), fortalecendo o trabalho conjunto para manter os sistemas em pleno funcionamento e reativar aqueles que eventualmente estejam inativos.
“Durante o encontro, foram abordados aspectos técnicos do funcionamento da tecnologia israelense implantada no município, seus benefícios ambientais e econômicos. Os biodigestores representam uma oportunidade de transformar a educação ambiental em uma experiência prática dentro das escolas. Estamos formando gestores e equipes para que essa tecnologia seja utilizada em todo o seu potencial, aliando inovação, energias renováveis, sustentabilidade e aprendizagem.
Após a capacitação, os participantes realizaram uma visita técnica ao biodigestor da Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, referência no funcionamento do sistema. A unidade produz biogás e biofertilizante utilizado na manutenção dos jardins e do paisagismo da própria escola, tornando-se um exemplo prático dos benefícios proporcionados pela iniciativa.
“O biodigestor já faz parte da nossa rotina e mostra, na prática, que sustentabilidade também se aprende fazendo. Além dos benefícios ambientais, ele desperta a curiosidade dos alunos e amplia as possibilidades de trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente, responsabilidade social e cuidado com os recursos naturais. Sem dúvida, é uma ferramenta que agrega muito valor ao processo educativo”, declarou a diretora da escola, Edena Cristina.
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