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Agricultura familiar começa preparo de silagem para garantir alimento do rebanho na estiagem

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Com apoio da patrulha mecanizada, produtores da agricultura familiar recebem suporte técnico para enfrentar o período seco

O início do período de estiagem, previsto para os próximos meses, já mobiliza a Secretaria de Agricultura Familiar e Segurança Alimentar de Sorriso no atendimento aos pequenos produtores rurais. A partir deste mês, começa o preparo da silagem, alimento essencial para garantir a nutrição do rebanho durante a seca.

Por meio da patrulha mecanizada, a secretaria oferece suporte técnico e operacional aos pecuaristas da agricultura familiar. A silagem é produzida a partir de culturas como capim, milho e sorgo, que são trituradas e armazenadas para assegurar alimento de qualidade ao gado nos períodos em que a pastagem natural é escassa.

De acordo com o coordenador da patrulha mecanizada, Andrei Abraão, o trabalho é fundamental para minimizar os impactos da seca. “Com a chegada da estiagem, que começa agora em maio, o pasto perde qualidade e o gado sente essa redução. A silagem garante uma alimentação adequada, mantendo a saúde e a produtividade do rebanho”, explica.

Para reforçar o atendimento, a secretaria passou a contar com uma nova ensiladeira, adquirida no mês de março. O equipamento é utilizado para picar e triturar forragens que servem para a manutenção dos animais durante o período seco.

O secretário de Agricultura Familiar, Lucas Oliveira, destaca o compromisso com os pequenos produtores. “Nosso objetivo é oferecer condições para que o produtor se prepare com antecedência, garantindo alimento para o rebanho e evitando prejuízos. Esse apoio é fundamental para fortalecer a agricultura familiar e a economia local”, ressalta.

Os produtores interessados no serviço devem procurar a secretaria para realizar o agendamento do uso da ensiladeira e receber o acompanhamento técnico necessário.

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Capacitação reforça uso de biodigestores nas escolas e fortalece educação ambiental em Sorriso

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Gestores das unidades escolares da rede municipal participaram, na tarde desta quarta-feira (10), de uma capacitação voltada ao funcionamento e à utilização dos biodigestores instalados nas escolas. O encontro, realizado na Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, integra as ações do programa Cidade Inteligente, Humana e Sustentável e também faz parte das iniciativas desenvolvidas pelo Eco Sorriso, consolidando o Município como referência na adoção de tecnologias sustentáveis no ambiente escolar, na inovação, sustentabilidade e educação ambiental.

Ao todo, 18 escolas municipais contam com a tecnologia, que transforma resíduos orgânicos em biogás e biofertilizantes, contribuindo para a gestão adequada dos resíduos produzidos diariamente nas cozinhas escolares. Além de promover a reciclagem de matéria orgânica e reduzir custos com energia, o sistema também diminui o envio de lixo aos aterros sanitários e incentiva práticas mais sustentáveis dentro do ambiente escolar.

Segundo o coordenador do Eco Sorriso e diretor de Saneamento Básico, Diogo Martins, a formação teve como principal objetivo atualizar os gestores que já acompanham o funcionamento dos biodigestores e capacitar os novos diretores que assumiram recentemente algumas unidades, além de envolver a equipe de nutricionistas da Central de Alimentação Escolar (CAE), fortalecendo o trabalho conjunto para manter os sistemas em pleno funcionamento e reativar aqueles que eventualmente estejam inativos.

“Durante o encontro, foram abordados aspectos técnicos do funcionamento da tecnologia israelense implantada no município, seus benefícios ambientais e econômicos. Os biodigestores representam uma oportunidade de transformar a educação ambiental em uma experiência prática dentro das escolas. Estamos formando gestores e equipes para que essa tecnologia seja utilizada em todo o seu potencial, aliando inovação, energias renováveis, sustentabilidade e aprendizagem.

Após a capacitação, os participantes realizaram uma visita técnica ao biodigestor da Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, referência no funcionamento do sistema. A unidade produz biogás e biofertilizante utilizado na manutenção dos jardins e do paisagismo da própria escola, tornando-se um exemplo prático dos benefícios proporcionados pela iniciativa.

“O biodigestor já faz parte da nossa rotina e mostra, na prática, que sustentabilidade também se aprende fazendo. Além dos benefícios ambientais, ele desperta a curiosidade dos alunos e amplia as possibilidades de trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente, responsabilidade social e cuidado com os recursos naturais. Sem dúvida, é uma ferramenta que agrega muito valor ao processo educativo”, declarou a diretora da escola, Edena Cristina.

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