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Rondonópolis

Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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Rondonópolis

O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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Rondonópolis

Moradores do bairro Alfredo de Castro ganham novo espaço para esporte e convivência

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Um novo espaço para praticar esportes, se divertir e reunir a comunidade foi entregue pela Prefeitura de Rondonópolis, por meio do prefeito Cláudio Ferreira, nesta sexta-feira (18) aos moradores do Alfredo de Castro e região. Com investimento de aproximadamente R$ 4 milhões, o parque reúne diferentes opções de lazer e convivência e passa a integrar a estrutura de espaços públicos disponíveis para a população de Rondonópolis.

O local conta com campo de futebol com arquibancada, quadra de areia para vôlei e futevôlei, pista de skate profissional, mesas para prática de ping pong e xadrez, além de áreas destinadas à convivência. O espaço também recebeu sistema completo de irrigação, com reservatório subterrâneo, monitoramento por câmeras de segurança e Wi-Fi gratuito para a população.

A solenidade de entrega contou com a presença do prefeito Cláudio Ferreira, secretários municipais, autoridades políticas e moradores da região. Durante a cerimônia, o prefeito destacou a importância da obra para uma das regiões que mais crescem em Rondonópolis. 

“Estou muito feliz com essa grande conquista para o Alfredo de Castro. É um bairro que tem uma quantidade enorme de gente morando e que ainda tem muitas necessidades e muitos equipamentos públicos. Inclusive, estamos no encaminhamento junto ao Governo do Estado para construirmos uma escola estadual nessa região”, afirmou.

Cláudio Ferreira também lembrou que o espaço entregue fazia parte de uma obra que ainda precisava ser concluída e destacou o compromisso da atual gestão em finalizar projetos iniciados anteriormente.

“Por hora, meu coração está muito alegre porque a gente veio entregar uma obra necessária aqui. Essa praça que nós recebemos ainda por terminar. Rondonópolis era a cidade que mais tinha obra parada em todo o Estado de Mato Grosso no finalzinho de 2024, e a gente se comprometeu a terminar tudo que havia sido começado. É isso que estamos fazendo aqui”, disse.

Foto – Marcos Miraglia

Um dos diferenciais do novo parque é o sistema de irrigação automática, que permite o acionamento e desligamento do equipamento sem a necessidade de operação manual. Segundo o prefeito, a tecnologia vai contribuir para a conservação das áreas verdes do espaço.

“Essa praça aqui é a primeira praça pública que recebe irrigação automática. Ela vai ligar e desligar sozinha para irrigar a grama. Se não tiver isso, a grama nunca fica verde”, explicou.

O prefeito também fez um apelo aos moradores para que contribuam com a preservação do espaço público.

“Quero pedir para toda a comunidade, para você pai, para você mãe, nos ajudar a zelar desse espaço. O dinheiro que foi gasto aqui não é do prefeito Cláudio. O dinheiro que foi investido aqui foi tirado do seu bolso, para os seus filhos se divertirem, terem um lugar para jogar bola e para o entretenimento. Isso aqui é nosso”, ressaltou.

O parque recebeu o nome do radialista Antônio de Souza da Rocha Filho, o Antônio Carlos, conhecido pela atuação na comunicação de Rondonópolis e pelo programa Rondonópolis Verdade.

A homenagem foi aprovada pela Câmara Municipal e, segundo o prefeito, representa o reconhecimento à trajetória do comunicador, que também atuou como advogado e teve participação importante na comunicação com a população.

“Antônio Carlos foi um grande radialista, uma pessoa muito importante na comunicação aqui de Rondonópolis. Ele fazia um programa muito importante chamado ‘Rondonópolis Verdade’. Aquele programa fez parte da minha infância e da minha adolescência. Eu cresci ouvindo Antônio Carlos”, lembrou Cláudio.

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