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Cuiabá

Região do Altos do Parque tem 2.500 buracos tapados em dois dias de mutirão

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá concluiu, em dois dias, o mutirão de tapa-buracos nos bairros Altos do Parque 1 e Altos do Parque 2. A força-tarefa aconteceu na terça-feira (14) e quarta-feira (15), resultando em aproximadamente 2.500 buracos tapados, sendo mais de 300 toneladas de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) aplicadas. CBUQ é o tipo de asfalto mais utilizado para pavimentação de rodovias e vias urbanas de tráfego intenso. Nesta quinta-feira (16), as equipes já estão atuando, desde as 7h30, na Região Sul, no Parque Cuiabá, Jockey Club, Real Parque e Jardim Paulicéia.

O mutirão de tapa-buracos chega como um alívio para os moradores, considerando que praticamente todos os bairros de Cuiabá enfrentam problemas na malha viária, especialmente porque se trata de asfalto antigo e sem manutenção.

“Há muitos anos que a gente está solicitando para resolver os buracos aqui no bairro. Nos anos anteriores, estava bem abandonado, bem decadente. E hoje, graças a Deus, estamos aqui realizando um sonho de todos os moradores do bairro Jockey Club e dos demais bairros que estão sendo beneficiados. Veio uma grande equipe, na verdade, uma megaoperação. São quatro equipes dentro do nosso bairro de uma única vez. É muito satisfatório ver a alegria dos moradores, que estão conseguindo, hoje, transitar nas ruas com maior tranquilidade. Isso representa tudo para nós. É o que a gente queria, o que a gente almejava”, destacou o presidente do bairro Pedro César Souza Paixão.

Além de melhorar a acessibilidade, há moradores cadeirantes que utilizam as vias esburacadas e enfrentavam dificuldades. “Às vezes a gente via e ajudava, porque não tinha nem onde passar mais. Agora terão esse acesso livre. Também tem um posto de saúde aqui perto, bem frequentado pelas pessoas que procuram atendimento, não só daqui, mas de outros bairros, entre elas pessoas com deficiência, com dificuldade de locomoção. Sem dúvida, o bairro vai ter maior acessibilidade por meio do tapa-buraco. Sem falar na valorização dos imóveis, que também é primordial. Só agradecer à Prefeitura de Cuiabá, ao prefeito, ao secretário de Obras, a todos que estão envolvidos nessa megaoperação.”

Thalia Ribeiro chegou ao bairro Jockey Club há cinco meses e já se sente prestigiada porque o sofrimento com os buracos vai acabar, e foi por pouco tempo. “Ah, que ótimo que já começaram com o mutirão, assim vai bem mais rápido para concluir. Está ficando muito bom, porque estava feia a situação por aqui.”

O fato de melhorar a trafegabilidade dos veículos vai ajudar bastante porque, segundo a moradora, às vezes precisava desviar dos buracos, o que prejudicava os carros que trafegam na outra faixa, com perigo de acidentes, além dos pedestres. “O bairro é muito bom de morar, e ver as melhorias chegando é muito bom”, pontuou.

Daiane Nunes da Silva chegou recentemente ao Jockey Club, há um mês, com os filhos e o esposo, por causa do trabalho (em frigorífico). Ela conta que a cidade de onde vieram, Mineiros (GO), por ser uma cidade pequena do interior, é muito organizada e bem estruturada. “Estou me adaptando ainda, achei bem diferente. É uma maravilha para nós ver que as equipes estão tampando tudo, porque ali na porta (rua da casa dela) tem bastante buraco, descendo a outra rua ali também tem muitos”, explicou.

No mais, avalia que o bairro Jockey Club é muito bom para morar. “Não tem muito movimento, não tem bagunça, é um bairro bem calmo, bom de viver. Espero que dê tudo certo para ficarmos aqui um bom tempo”, elogiou.

Rone Marques Pereira é do bairro Parque Cuiabá, onde mora há 8 anos, e diz que, em se tratando de buracos, “por lá a coisa está meio brava”. Em partes, acredita ser por conta da chuva, mas avalia que o material aplicado também conta. “Praticamente fazem só uma maquiagem e não um serviço 100% de qualidade, entendeu? Se fizesse o certo, de cortar o asfalto para tapar, não é só jogar o produto porque a chuva leva. Acreditamos que agora, com a nova gestão, as equipes estão fazendo o melhor, porque é o que o bairro precisa. Vai minimizar muito os problemas porque a gente não aguenta ficar pagando amortecedor de carro e de moto, porque o condutor é quem sofre, pois mais breca do que anda”, pontuou.

O secretário de Infraestrutura e Obras ressaltou que o comprometimento das equipes garante a agilidade no resultado do trabalho. Também pontuou que o retorno positivo dos moradores mostra que a gestão está no caminho certo, ao levar dignidade, melhorar o tráfego e devolver qualidade de vida à população cuiabana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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