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Cuiabá

Comissão alerta para atrasos que podem comprometer início do ano letivo em Cuiabá

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Cuiabá

A Comissão de Educação (CE) da Câmara Municipal de Cuiabá realizou, nesta segunda-feira (12), a primeira reunião ordinária do ano, com foco nos principais desafios enfrentados pela rede municipal de ensino às vésperas do início do ano letivo. O encontro contou com a presença do presidente da comissão, vereador Daniel Monteiro (Republicanos), da vice-presidente, vereadora Michelly Alencar (União Brasil), e do membro titular, vereador Mário Nadaf (PV).

Durante a reunião, os parlamentares demonstraram preocupação com o atraso no início da semana pedagógica, etapa fundamental para o planejamento das atividades escolares e preparação dos profissionais da educação. Além disso, foram debatidas questões relacionadas à estruturação das unidades escolares, incluindo demandas por manutenção e adequações necessárias para garantir um ambiente adequado a alunos e servidores.

Outro ponto de alerta levantado pelos vereadores foi o atraso nos repasses de recursos aos diretores escolares, destinados à manutenção das unidades. Segundo os membros da comissão, a situação compromete a realização de serviços básicos e pode impactar diretamente o funcionamento das escolas.

A comissão também discutiu o não pagamento à empresa terceirizada responsável pelo transporte escolar nas comunidades rurais de Cuiabá. O presidente da comissão, Daniel Monteiro, ressaltou que, caso o problema não seja solucionado com urgência, haverá prejuízo ao início do ano letivo de estudantes que dependem exclusivamente do transporte para acessar as unidades de ensino. “Estamos falando de alunos que podem ficar sem aula desde o primeiro dia, caso essa pendência não seja resolvida”, alertou.

Para a vice-presidente da comissão, Michelly Alencar, a falta de estrutura e o atraso no repasse de recursos aos diretores comprometem a manutenção diária das escolas. “Os gestores escolares precisam desses recursos para resolver demandas básicas do dia a dia, como pequenos reparos, limpeza e organização dos espaços. Sem esse repasse, as unidades ficam vulneráveis e quem sofre as consequências são os alunos e os profissionais da educação”, disse.

A comissão ainda definiu o envio de um convite formal ao secretário da pasta, Amauri Monge, para que apresente o cronograma efetivo das demandas apontadas pelos membros durante a reunião, com o objetivo de buscar soluções imediatas e assegurar o pleno funcionamento da rede de ensino.

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Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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