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Fintech Unavanti é nova associada da ABCD

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Prestes a completar dez anos de atuação, a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) fortalece seu quadro de associadas com a filiação da Unavanti. Operando há mais de duas décadas, a fintech conta com um portfólio diversificado de soluções financeiras voltadas principalmente ao mercado PJ, apoiando companhias de diferentes portes e segmentos, de acordo com suas necessidades de movimentação, crédito, gestão financeira e estruturação de operações.

Com mais de duas mil empresas atendidas e cerca de R$ 20 bilhões em recursos liberados, a Unavanti tem entre suas principais ofertas a conta digital PJ, antecipação de recebíveis, cobrança registrada, capital de giro, nota comercial, CDC (Crédito Direto ao Consumidor) para veículos e CDC para máquinas e equipamentos.

“Nossa proposta é oferecer soluções personalizadas de acordo com o perfil e o momento de cada empresa, combinando produtos transacionais, de crédito e de estruturação financeira para apoiar o crescimento e a sustentabilidade dos negócios”, afirma Heitor Meneguette, CEO da Unavanti.

Ainda para este ano, a fintech prevê o lançamento de máquina de cartões, com antecipação automática de recebíveis, API de Pagamentos e DDA (Débito Direto Autorizado). “Com esses lançamentos, reforçamos nossa estratégia de ampliar o portfólio, integrar diferentes soluções em uma única experiência e oferecer cada vez mais tecnologia, praticidade e eficiência para os clientes”, completa o executivo.

Sobre a entrada na ABCD, Meneguette destaca que a iniciativa está alinhada à proposta de “acompanhar a evolução do mercado, antecipar as necessidades dos clientes e transformar tecnologia em soluções que simplifiquem o dia a dia das empresas”.

Na visão de Claudia Amira, diretora-executiva da ABCD, a chegada de mais uma empresa à associação fortalece a representatividade do setor nos debates que promovem a evolução do setor de crédito digital no país.

Mais informações sobre as fintechs que integram a ABCD estão disponíveis em https://creditodigital.org.br/membros-associados/.



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Food service em alta põe gestão industrial em foco

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As vendas de bares e restaurantes cresceram 9,9% no terceiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, segundo o Índice Abrasel-Stone, divulgado em 28 de outubro. A alta nas vendas veio acompanhada de um sinal de atenção: em setembro, houve recuo de 0,3% frente a agosto. O indicador acompanha transações financeiras capturadas pela Stone em 24 estados.

Para a indústria de alimentos, esse mercado tem peso expressivo. Em levantamento publicado em setembro, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) informou que o food service, canal de alimentação fora do lar, respondeu por R$ 287,9 bilhões e 28,3% das vendas da indústria no mercado interno em 2025. A entidade destaca que a profissionalização do segmento exige eficiência, uso de dados e integração entre os participantes da cadeia.

Na Long Way Alimentos, fabricante paulista de rolinho primavera, nikuman e guioza, o crescimento motivou a busca por uma gestão integrada. A fornecedora de mercados, restaurantes e distribuidores também planejava outra unidade, segundo estudo de caso publicado pela Nomus.

Crescer sem multiplicar planilhas

Antes da mudança, a Long Way utilizava planilhas e relatórios impressos, além de um sistema para emitir notas fiscais. Com mais clientes, tornou-se difícil localizar erros, acompanhar gargalos e conciliar dados de estoque e faturamento.

A adoção do Nomus ERP Industrial centralizou registros administrativos e produtivos. Segundo o relato, a empresa reduziu erros associados às planilhas, ganhou controle sobre estoque e faturamento e passou a localizar falhas com mais facilidade.

Nesse tipo de aplicação, o ERP industrial conecta pedidos, materiais, produção e documentos administrativos. Recursos como controle de estoque, apontamentos de fabricação e importação de notas fiscais permitem registrar diferentes etapas da operação, em vez de manter cada setor dependente de arquivos separados.

Quantidade, tempo e materiais entram no controle

No chão de fábrica, a Long Way passou a realizar apontamentos de produção para registrar quantidades, tempos e materiais requisitados. Esses registros ajudam a localizar etapas sem apontamento ou com inconsistências. A experiência foi apresentada por Luana Gonçalves, responsável pelas operações da empresa, e detalhada no Blog Industrial da Nomus.

Na área administrativa, a entrada de notas fiscais deixou de depender integralmente da digitação, com a importação dos arquivos XML. A empresa relata ganho de tempo nessa rotina. Os painéis de indicadores também passaram a utilizar informações registradas na operação, facilitando o acompanhamento sem reunir números de diferentes controles a cada análise.

A qualidade desses registros é central para o planejamento. Em vídeo sobre erros no planejamento e controle da produção (PCP), Thiago Leão, da Nomus, observa: “Quando os dados estão inconsistentes, o PCP fica cego”. Na mesma explicação, ele destaca a necessidade de alinhar as informações entre comercial, compras, engenharia e produção.

Preparação para uma operação maior

A implantação ocorreu remotamente, com aulas, vídeos, materiais de apoio e acompanhamento de especialistas. A facilidade de uso e a possibilidade de capacitar a própria equipe estiveram entre os critérios da escolha.

O movimento dialoga com o diagnóstico da ABIA: o crescimento da alimentação fora do lar ocorre em um ambiente de pressão de custos, escassez de mão de obra e consumidores mais exigentes. Nesse cenário, a associação aponta a eficiência operacional e a integração da cadeia como fatores de competitividade.

A experiência da Long Way oferece um parâmetro para fabricantes que planejam ampliar clientes ou unidades: verificar se os controles conseguem acompanhar o que foi vendido, o que está sendo produzido e quais materiais foram utilizados. No caso relatado, a preparação para crescer passou por reduzir tarefas manuais e tornar os processos mais visíveis, antes de replicar a operação em uma nova estrutura.



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