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Engaja Brasil abre acesso gratuito para investimento social

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Em um período estratégico para a destinação de recursos por meio das leis de incentivo fiscal, a Engaja Brasil lança seu novo site e apresenta uma evolução em seu modelo de negócio: empresas passam a acessar gratuitamente a plataforma para conhecer e investir em projetos sociais, sem pagamento de anuidade ou taxa de adesão. A iniciativa busca ampliar a participação das empresas no investimento social, preservando 100% dos recursos destinados aos projetos e fortalecendo a governança das organizações responsáveis por sua execução. Mais do que avaliar projetos, a Engaja Brasil analisa e apoia quem está por trás deles. Todas as OSCs passam por Due Diligence reputacional, permitindo que as empresas conheçam melhor as organizações responsáveis pela aplicação dos recursos e tomem decisões de investimento mais informadas, com maior transparência e melhor compreensão dos riscos envolvidos. O modelo mantém um diferencial adotado desde o lançamento da plataforma: 100% dos recursos investidos permanecem nos próprios projetos, sem cobrança de comissão das organizações da sociedade civil (OSCs). As empresas que desejarem poderão realizar uma contribuição facultativa, adicional e independente dos recursos destinados aos projetos sociais, calculada conforme o volume investido, com percentuais decrescentes de 10% a 2%. Dessa contribuição, 25% serão destinados aos serviços de acompanhamento prestados às empresas e 75% ao fortalecimento institucional das OSCs, à transparência, à capacidade de gestão das organizações apoiadas e ao desenvolvimento do ecossistema social, incluindo iniciativas de governança, gestão de riscos, integridade e práticas socioambientais. A aplicação dos recursos seguirá critérios definidos pela Engaja Brasil, com mecanismos de acompanhamento e transparência. A proposta busca responder a três desafios do investimento social privado: reduzir riscos para as empresas, potencializar o impacto dos projetos e construir relações de confiança com organizações sociais. “Precisamos repensar os modelos de mercado que remuneram intermediários com um percentual dos recursos destinados aos projetos sociais. Esses recursos fazem falta na ponta, onde o impacto acontece. Na Engaja Brasil, defendemos que 100% do investimento permaneça no projeto. E queremos ir além: não basta financiar uma iniciativa, é preciso fortalecer a organização que a executa. Quando a empresa investe com governança e contribui para a sustentabilidade das OSCs, construímos um impacto social mais consistente e duradouro”, afirma Cristiane Almeida, fundadora e CEO da Engaja Brasil.

Experiência com empresas e OSCs impulsionou a evolução do modelo

A evolução do modelo reflete a experiência da Engaja Brasil na aproximação entre organizações sociais e potenciais investidores. Em agosto de 2026, a organização realizou o Engaja Conecta | Pitch Night, iniciativa que recebeu mais de 110 inscrições e apresentou quatro OSCs selecionadas a representantes do ecossistema de investimento social. A experiência reforçou uma necessidade identificada pela organização: mais do que encontrar projetos alinhados às suas estratégias de investimento, os investidores sociais buscam confiança na governança, na capacidade de execução e na transparência das organizações apoiadas. “Nossa experiência de aproximação entre empresas e OSCs mostrou que o desafio não é apenas encontrar bons projetos. As empresas precisam de confiança para investir, e as organizações precisam de condições para fortalecer sua gestão. O novo modelo da Engaja Brasil foi estruturado para responder às duas necessidades”, destaca Cristiane.

Investimento social com governança e fortalecimento institucional

O novo modelo está estruturado em três objetivos: • Reduzir riscos do investidor social por meio de critérios de governança, integridade, transparência e Due Diligence; • Potencializar o impacto social, fortalecendo a capacidade de gestão e a sustentabilidade das OSCs; • Construir relações de confiança entre empresas e organizações sociais por meio de processos transparentes e compromissos de longo prazo. A proposta permite que as empresas contribuam diretamente para o desenvolvimento institucional das OSCs apoiadas por meio de jornadas de qualificação que incluem autodiagnóstico ESG/GRC, capacitação, planos de melhoria e, conforme a modalidade, verificação independente e certificação.

Empresas recebem reconhecimento pelo compromisso com a transformação social

As empresas que optarem pela contribuição poderão conquistar o selo “Investidor Engajado na Transformação Social”, nas categorias Bronze, Prata, Ouro e Diamante, conforme o volume investido e o número de organizações qualificadas apoiadas. O reconhecimento considera investimentos sociais com ou sem incentivo fiscal e valoriza empresas que contribuem não apenas com projetos, mas também com o fortalecimento das organizações responsáveis por sua execução. O modelo não prevê anuidades obrigatórias nem cobranças adicionais pela evolução de categoria do selo.

Chamamento 2026: inscrições gratuitas até 31 de outubro

Paralelamente ao lançamento do novo modelo, a Engaja Brasil está na reta final do Chamamento 2026, voltado a OSCs com projetos incentivados aprovados, vigentes e disponíveis para captação. A participação é gratuita e não exige associação à Rede Engaja Brasil. As organizações selecionadas poderão integrar o portfólio de projetos apresentado a potenciais investidores sociais, sem adesão automática à rede de membros. As OSCs interessadas também poderão participar das jornadas de fortalecimento institucional oferecidas pela organização. As candidaturas passam por análise de elegibilidade, Due Diligence reputacional e avaliação de aderência às oportunidades de investimento social. A seleção não garante apresentação a empresas ou captação de recursos.

Chamamento 2026: https://engajabrasil.org.br/chamamento/index.html

Para conhecer o novo site, basta acessar: https://engajabrasil.org.br/novosite/index.html



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Modelo cooperativo chega a nove países e 100 mil clientes

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Cerca de 1.500 pessoas se reúnem em 19 de dezembro, no Espaço Unimed, em São Paulo, para o encerramento do ano de um ecossistema econômico organizado a partir de princípios cooperativos. O encontro marca o balanço de 2026, período em que o modelo passou a reunir 11 mil clientes diretos e mais de 100 mil clientes indiretos, com presença em mais de 800 cidades brasileiras e em nove países.

Promovido pela Gfi Hub, com sede em Itapema (SC), o Gfi Celebration Experience tem, em 2026, a primeira edição, sucedendo encontros de outros formatos realizados pela empresa nos anos anteriores. A programação inclui palestra do empresário e palestrante Pyero Tavolazzi, apresentação do ator, humorista e ilusionista Maurício Dollenz e homenagens a integrantes do ecossistema que se destacaram ao longo do ano, seguidas de jantar de encerramento.

Expansão em 2026

Os números do ano, segundo dados da empresa, indicam a ampliação da presença geográfica do modelo. Além das 800 cidades, a operação alcança as 27 unidades federativas do país e mercados como Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Colômbia, Estados Unidos e Portugal. O ecossistema reúne empresas de áreas como consumo, saúde e bem-estar, tecnologia, conectividade e setor imobiliário, que operam de forma integrada.

Cooperação além do crédito

O movimento acompanha o avanço do cooperativismo no Brasil. O setor alcançou 29 milhões de cooperados em 2025 e movimentou R$ 848 bilhões, alta de 12% em relação a 2024, segundo o AnuárioCoop 2026, do Sistema OCB. As sobras, resultado equivalente ao excedente das cooperativas, somaram R$ 61,3 bilhões, avanço de 14,2% no período.

Historicamente concentrado no crédito, o modelo cooperativo começa a alcançar outras áreas da economia. É nesse campo que se insere o Mercado Econômico Cooperativo (MEC), conceito desenvolvido pela Gfi Hub que organiza o consumo e os serviços do dia a dia em uma estrutura compartilhada, de modo que o valor movimentado circule entre os participantes.

“O encontro de dezembro registra um ano em que o modelo passou a fazer parte da rotina de famílias em mais de 800 cidades”, afirma Odirlei Schuster, presidente da Gfi Hub.

Perspectivas para 2027

Para 2027, a empresa prevê aprofundar a internacionalização iniciada nos últimos anos. A estratégia declarada é adaptar o modelo às características comerciais, culturais, logísticas e regulatórias de cada país, com atuação junto a parceiros locais, em vez de reproduzir a operação brasileira. “A meta para 2027 é consolidar, nos novos mercados, a base construída no Brasil ao longo de 2026”, conclui Schuster.

Com mais de 100 mil clientes indiretos e operação em mais de nove países, o encontro de 19 de dezembro encerra o ciclo de 2026 do ecossistema e marca o início do ciclo de 2027. A celebração reúne o resultado do ano e abre o calendário seguinte, em um momento em que o modelo cooperativo, com 29 milhões de cooperados no país, amplia a presença em novas áreas da economia.

Para mais informações, basta acessar www.gfihub.com.br.



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