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Primavera do Leste amplia representatividade nacional com participação no Conselho Fiscal do CONASEMS

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A Prefeitura de Primavera do Leste, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, amplia sua participação nas discussões nacionais relacionadas à gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). No dia 22 de setembro, a secretária municipal de Saúde, Laura Leandra, estará em Brasília (DF) para representar Primavera do Leste e o Estado de Mato Grosso em reunião do Conselho Fiscal do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS).


O Conselho Fiscal é composto por cinco secretários municipais de Saúde titulares e seus respectivos suplentes, totalizando dez representantes de diferentes regiões do país, eleitos pela Assembleia Geral. O órgão desempenha uma função estratégica dentro da instituição, acompanhando aspectos contábeis, financeiros, operacionais e patrimoniais do CONASEMS.


A participação de Laura Leandra no colegiado representa também a presença de Primavera do Leste e de Mato Grosso em um espaço nacional de discussão e acompanhamento da gestão municipal da saúde, contribuindo para o fortalecimento do diálogo entre os gestores e para o aprimoramento das políticas públicas do SUS.


Para a secretária municipal de Saúde, ocupar a cadeira no Conselho Fiscal representa uma oportunidade de ampliar a representatividade do município em âmbito nacional.


“É uma grande honra ocupar esse espaço e levar o nome de Primavera do Leste a uma instância nacional tão relevante. Essa cadeira amplia a representatividade do nosso município e de Mato Grosso nas discussões voltadas ao fortalecimento da gestão municipal e do SUS em todo o país”, destacou Laura Leandra.


A reunião do Conselho Fiscal será realizada no Kubitschek Plaza Hotel, em Brasília, reunindo os representantes responsáveis pelo acompanhamento das atividades do órgão.


A Prefeitura de Primavera do Leste destaca que a participação da Secretaria Municipal de Saúde em espaços de representação nacional contribui para ampliar o diálogo institucional e aproximar o município das discussões que envolvem o fortalecimento da gestão pública e das políticas de saúde em todo o país.

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Cáceres

Alunos da Escola Municipal Dom Máximo vivenciam saberes e sabores da cultura cacerense em aula de campo na casa da Dona Regina

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Estudantes dos 1º anos da Escola Municipal Dom Máximo Biennés participaram de uma aula de campo voltada ao conhecimento e à valorização da cultura local. A atividade levou as crianças até a casa de Dona Regina, conhecida pela produção tradicional do bolo de arroz, proporcionando um encontro entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e os saberes preservados pela comunidade.

A ação integra o Projeto Regiões do Brasil, desenvolvido pela escola. Dentro da proposta, as turmas dos primeiros anos estudam a Região Centro-Oeste, conhecendo suas características geográficas, culturais e tradições. Com a visita, esse aprendizado ganhou forma e sabor, aproximando os estudantes da história e da cultura presentes no próprio território onde vivem.

Participaram da atividade as turmas do 1º Ano A, da professora Marta Norberta; 1º Ano B, da professora Márcia Aparecida Destácio; 1º Ano C, da professora Nilma da Silva Oliveira; 1º Ano D, da professora Katiane Santana; e 1º Ano F, da professora Maria Luciana Rodrigues.

A diretora Ivoneide Assunção apoiou a realização da proposta e destacou a importância de proporcionar às crianças o contato direto com manifestações da cultura cacerense, que envolvem não apenas a culinária, mas também histórias familiares, memórias, modos de fazer e conhecimentos transmitidos entre gerações.

A experiência também está alinhada às ações de Educação Patrimonial desenvolvidas na Rede Municipal de Ensino, que reconhecem o território e os saberes da comunidade como importantes fontes de aprendizagem. Nessa perspectiva, o patrimônio vai além de prédios, monumentos e objetos históricos, estando presente também nas práticas, narrativas, conhecimentos e tradições preservadas pelas pessoas.

Durante a visita, Dona Regina compartilhou com as crianças a história de sua relação com o bolo de arroz. Ela contou que aprendeu os primeiros ensinamentos sobre o preparo da iguaria com a mãe e a avó, recordando o tempo em que, ainda muito jovem, ajudava a triturar o arroz no pilão.

O próprio ambiente onde a tradição continua sendo mantida se transformou em espaço de aprendizagem. O forno a lenha, as grandes panelas e assadeiras, o preparo dos bolinhos e as histórias contadas por Dona Regina mostraram às crianças que uma receita pode guardar muito mais do que ingredientes e técnicas culinárias: pode carregar memórias, relações familiares, modos de viver e a identidade de uma comunidade.

Para o assessor pedagógico da escola, professor Adson Seba, a experiência mostra as possibilidades de aprendizagem existentes quando a escola se aproxima do território. “A escola não precisa olhar para longe para encontrar conhecimentos importantes. Quando as crianças conhecem pessoas como Dona Regina e compreendem o que existe por trás de uma tradição como o bolo de arroz, elas começam também a reconhecer o valor da cultura do lugar onde vivem.”

O assessor pedagógico professor Lucas Mateus Faria Silva, que acompanha as ações de Educação Patrimonial da Rede, acrescentou que iniciativas como essa ampliam a compreensão das crianças sobre o conceito de patrimônio. “Educação Patrimonial também é reconhecer os saberes das pessoas que fazem a história da nossa cidade. O bolo de arroz envolve memória, trabalho, identidade e transmissão de conhecimentos.”

A aula de campo ampliou os conteúdos trabalhados anteriormente em sala de aula e aproximou os estudantes da cultura regional. Conforme registrado pelas professoras, mais do que aprender como o bolo de arroz é preparado, as crianças puderam compreender que cada receita também carrega histórias, memórias, trabalho, identidade e tradição.

A secretária municipal de Educação, Luciana de Souza Gattass Crepaldi, ressaltou que propostas dessa natureza reforçam o compromisso da Rede Municipal com a valorização dos conhecimentos construídos e preservados pela própria comunidade. “Valorizar os saberes locais é também reconhecer a nossa história e fortalecer o sentimento de pertencimento das crianças. Quando a escola aproxima os estudantes das pessoas, das memórias e das tradições de Cáceres, ela mostra que a comunidade também educa e que esses conhecimentos fazem parte do patrimônio que queremos preservar para as próximas gerações”, finalizou Luciana.

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