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Comemoração – Unemat completa 48 anos levando Ensino Superior público ao interior de Mato Grosso

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Assessoria/TRE

       O estado de Mato Grosso conta com 2.638.230 pessoas aptas ao voto para as Eleições Gerais de 2026. Os dados foram atualizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (20.07) e resultam da conclusão do processamento das operações do Cadastro Eleitoral, cujo fechamento ocorreu no dia 06 de maio deste ano. A evolução do eleitorado, em comparação com as últimas Eleições Gerais, realizadas em 2022, foi de 7%, já que naquele ano o total de pessoas aptas ao voto era de 2.469.414.

          Deste total, 2.474.297, ou seja, 93,79% do eleitorado total no estado, estão com a biometria cadastrada, um resultado acima da média nacional. Em todo o Brasil, o número de eleitores e eleitoras aptos ao voto é 158.745.463, sendo que 141.301.540, o equivalente a 89,01%, possuem a biometria cadastrada. Todos os dados estão disponíveis no Portal de Estatísticas do TSE. Clique aqui para acessar.

        A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, os números consolidados do eleitorado mato-grossense reforçam a dimensão da responsabilidade da Justiça Eleitoral na organização das Eleições Gerais de 2026. “Mato Grosso contará com mais de 2,6 milhões de eleitoras e eleitores aptos a exercer o direito ao voto, e o fato de quase 94% desse eleitorado já possuir a biometria cadastrada demonstra o comprometimento da população e o sucesso do trabalho permanente realizado pela Justiça Eleitoral”.

        Ela também reforça que este resultado é fruto de um planejamento iniciado muito antes do período eleitoral. “Ao longo dos últimos meses, promovemos mutirões, ampliamos os pontos de atendimento e intensificamos ações em todas as regiões do estado para facilitar o acesso da população aos serviços eleitorais.

       Agora, seguimos avançando em outra etapa igualmente importante: a preparação de toda a estrutura necessária para garantir eleições seguras, transparentes e eficientes. Isso inclui a organização logística, a preparação das urnas eletrônicas, a capacitação de magistrados, magistradas, servidores, servidoras, colaboradores, colaboradoras, mesários e mesárias, além do fortalecimento do diálogo com instituições parceiras”, acrescenta.

Perfil do eleitorado

       A maioria do eleitorado continua sendo feminina, já que do total de pessoas aptas ao voto em Mato Grosso em 2026, 51% (1.355.774) são formados por este público. Já o eleitorado masculino soma 49%, ou seja, 1.282.435. Apenas 493 pessoas informaram o nome social no Cadastro Eleitoral. Quanto à faixa etária, o maior público votante tem entre 40 e 44 anos de idade (278.333), seguido da faixa etária de 30 a 34 anos de idade (272.941).

         Na classificação de cor/raça, a maioria (62,49%) não informou. Isso significa que 1.648.672 eleitores e eleitoras não informaram a respectiva cor/raça no ato de atualização e/ou cadastro junto à Justiça Eleitoral mato-grossense. Dos que informaram, ou seja, 989.558, a maioria (59,85%) é parda, 27,16% são brancos(as), 10,21% são pretos(as), 2,17% são indígenas e 0,62% são amarelos(as).

Outros dados

       Do total do eleitorado em Mato Grosso, 2.334.755 são obrigados(as) a votarem, enquanto para 303.475 pessoas o voto é facultativo. Outro destaque foi o crescimento do eleitorado no exterior, são 918.876 eleitores fora do país, um aumento de 221.798 nesse extrato do eleitorado (31,82%) em relação a 2022 (697.078).  Proporcionalmente, os maiores avanços ocorreram nos estados de Roraima (9,63%), Tocantins (8,07%) e Mato Grosso (6,84%).

Eleições 2026

      O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 ocorrerá no dia 04 de outubro. A votação inicia às 8h e encerra às 17h, uniformizada em todo o país de acordo com o horário oficial de Brasília. Ou seja, em Mato Grosso a votação ocorre das 7h às 16h. Já o segundo turno, caso haja, está previsto para 25 de outubro, seguindo o mesmo horário.

Jornalista: Nara Assis

Assessoria de Comunicação Social

Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso

E-mail: [email protected]

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Alunos da Escola Municipal Dom Máximo vivenciam saberes e sabores da cultura cacerense em aula de campo na casa da Dona Regina

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Estudantes dos 1º anos da Escola Municipal Dom Máximo Biennés participaram de uma aula de campo voltada ao conhecimento e à valorização da cultura local. A atividade levou as crianças até a casa de Dona Regina, conhecida pela produção tradicional do bolo de arroz, proporcionando um encontro entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e os saberes preservados pela comunidade.

A ação integra o Projeto Regiões do Brasil, desenvolvido pela escola. Dentro da proposta, as turmas dos primeiros anos estudam a Região Centro-Oeste, conhecendo suas características geográficas, culturais e tradições. Com a visita, esse aprendizado ganhou forma e sabor, aproximando os estudantes da história e da cultura presentes no próprio território onde vivem.

Participaram da atividade as turmas do 1º Ano A, da professora Marta Norberta; 1º Ano B, da professora Márcia Aparecida Destácio; 1º Ano C, da professora Nilma da Silva Oliveira; 1º Ano D, da professora Katiane Santana; e 1º Ano F, da professora Maria Luciana Rodrigues.

A diretora Ivoneide Assunção apoiou a realização da proposta e destacou a importância de proporcionar às crianças o contato direto com manifestações da cultura cacerense, que envolvem não apenas a culinária, mas também histórias familiares, memórias, modos de fazer e conhecimentos transmitidos entre gerações.

A experiência também está alinhada às ações de Educação Patrimonial desenvolvidas na Rede Municipal de Ensino, que reconhecem o território e os saberes da comunidade como importantes fontes de aprendizagem. Nessa perspectiva, o patrimônio vai além de prédios, monumentos e objetos históricos, estando presente também nas práticas, narrativas, conhecimentos e tradições preservadas pelas pessoas.

Durante a visita, Dona Regina compartilhou com as crianças a história de sua relação com o bolo de arroz. Ela contou que aprendeu os primeiros ensinamentos sobre o preparo da iguaria com a mãe e a avó, recordando o tempo em que, ainda muito jovem, ajudava a triturar o arroz no pilão.

O próprio ambiente onde a tradição continua sendo mantida se transformou em espaço de aprendizagem. O forno a lenha, as grandes panelas e assadeiras, o preparo dos bolinhos e as histórias contadas por Dona Regina mostraram às crianças que uma receita pode guardar muito mais do que ingredientes e técnicas culinárias: pode carregar memórias, relações familiares, modos de viver e a identidade de uma comunidade.

Para o assessor pedagógico da escola, professor Adson Seba, a experiência mostra as possibilidades de aprendizagem existentes quando a escola se aproxima do território. “A escola não precisa olhar para longe para encontrar conhecimentos importantes. Quando as crianças conhecem pessoas como Dona Regina e compreendem o que existe por trás de uma tradição como o bolo de arroz, elas começam também a reconhecer o valor da cultura do lugar onde vivem.”

O assessor pedagógico professor Lucas Mateus Faria Silva, que acompanha as ações de Educação Patrimonial da Rede, acrescentou que iniciativas como essa ampliam a compreensão das crianças sobre o conceito de patrimônio. “Educação Patrimonial também é reconhecer os saberes das pessoas que fazem a história da nossa cidade. O bolo de arroz envolve memória, trabalho, identidade e transmissão de conhecimentos.”

A aula de campo ampliou os conteúdos trabalhados anteriormente em sala de aula e aproximou os estudantes da cultura regional. Conforme registrado pelas professoras, mais do que aprender como o bolo de arroz é preparado, as crianças puderam compreender que cada receita também carrega histórias, memórias, trabalho, identidade e tradição.

A secretária municipal de Educação, Luciana de Souza Gattass Crepaldi, ressaltou que propostas dessa natureza reforçam o compromisso da Rede Municipal com a valorização dos conhecimentos construídos e preservados pela própria comunidade. “Valorizar os saberes locais é também reconhecer a nossa história e fortalecer o sentimento de pertencimento das crianças. Quando a escola aproxima os estudantes das pessoas, das memórias e das tradições de Cáceres, ela mostra que a comunidade também educa e que esses conhecimentos fazem parte do patrimônio que queremos preservar para as próximas gerações”, finalizou Luciana.

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