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Thermas All Inclusive se prepara para as férias de julho
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Com a chegada das férias escolares, cresce a procura por destinos que permitam às famílias aproveitar momentos de descanso e lazer sem abrir mão da comodidade. Nesse cenário, o Thermas All Inclusive Poços de Caldas intensifica sua operação para o mês de julho, oferecendo programação especial, recreação para crianças e uma estrutura planejada para atender diferentes perfis de hóspedes.
Ricardo Aly, diretor da Rede Nacional Inn de Hotéis, afirma que a alta temporada de julho é um dos períodos mais importantes para a unidade de Poços de Caldas, já que as famílias costumam buscar destinos completos, confortáveis e com infraestrutura voltada ao lazer.
“Reforçamos a programação de lazer, organizamos a operação para receber um fluxo maior de hóspedes e garantir assim que a experiência aconteça de forma leve, sem uma sensação de improviso”, conta.
Na prática, a preparação envolve a oferta de um mês inteiro de atividades voltadas ao descanso e à diversão, com atrações temáticas, recreação infantil, opções para toda a família e espaços destinados ao relaxamento. “Esse cuidado faz diferença porque julho pede uma operação mais redonda: as crianças querem brincar, os pais querem descansar e o hotel precisa conseguir atender a esses dois desejos ao mesmo tempo”, acrescenta.
A principal proposta do Thermas All Inclusive Poços de Caldas é reunir, em um único local, os elementos mais procurados pelas famílias durante as férias, como lazer infantil, conforto para os adultos, gastronomia diversificada e infraestrutura adequada para diferentes condições climáticas. As piscinas termais, por exemplo, são um atrativo neste período de inverno, porque permitem que o hóspede aproveite a água aquecida mesmo nos dias mais frios.
Outra comodidade, segundo Aly, é a variedade de experiências oferecidas dentro do próprio empreendimento, como jogos ao ar livre, gincanas, oficinas de brinquedos e atividades em família. “As crianças têm energia, querem novidades e precisam de atividades que mantenham o interesse ao longo da estadia, por isso a recreação monitorada e as propostas temáticas ganham peso nesse período”, enfatiza.
Além da recreação monitorada e das atividades voltadas à convivência familiar, o parque de diversões interno atende diferentes faixas etárias e reduz a necessidade de deslocamentos externos durante a hospedagem.
All inclusive traz comodidade
Ricardo Aly destaca também o sistema all inclusive como uma das funcionalidades que podem contribuir para tornar a experiência de viagem mais confortável. Durante a alta temporada de julho, quando muitas famílias viajam com crianças, concentrar alimentação, lazer e entretenimento em um único local pode reduzir preocupações e proporcionar mais comodidade aos hóspedes.
Na avaliação do diretor, esse modelo permite que os visitantes desfrutem da estadia com mais tranquilidade, sem a necessidade de planejar constantemente as refeições ou se preocupar com despesas adicionais ao longo da viagem.
O conceito está alinhado à proposta do Thermas All Inclusive Poços de Caldas de oferecer férias completas em um ambiente acolhedor e estruturado. Com opções gastronômicas variadas, espaços de descanso, recreação monitorada e atividades distribuídas ao longo do mês, o empreendimento busca proporcionar uma experiência mais conveniente para diferentes perfis de viajantes.
Estrutura e lazer como diferenciais no inverno
Na análise do diretor da Rede Nacional Inn de Hotéis, a estratégia da unidade de Poços de Caldas está na combinação entre infraestrutura, sistema all inclusive e uma programação especialmente desenvolvida para o período de férias escolares.
Durante o inverno, destinos turísticos precisam oferecer alternativas de lazer e conforto que independem das condições climáticas, tornando atrativos como as águas termais, a gastronomia e os espaços internos ainda mais relevantes para os hóspedes.
“Esse conjunto fortalece o hotel como uma escolha muito competitiva para as férias de inverno, porque propõe ao hóspede conveniência, acolhimento e entretenimento em uma mesma experiência”, conclui o Aly.
Para mais informações sobre reservas no Thermas All Inclusive Poços de Caldas, basta acessar: https://www.nacionalinn.com.br/hoteis/hotel-thermas-resort-walter-world
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Fim da escala 6×1 pressiona o atendimento em hospitais
O fim da escala 6×1 deixou de ser debate e passou a integrar a Constituição. Promulgada em 16 de outubro de 2026, a Emenda Constitucional 141 garante dois dias de descanso semanal remunerado e reduz a jornada máxima sem redução salarial: de 44 para 42 horas semanais, 60 dias após a promulgação, e para 40 horas ao fim da transição, prevista para 2027. O Ministério do Trabalho e Emprego prepara um decreto para detalhar o processo de transição e as situações excepcionais.
Para setores que funcionam sem interrupção, a mudança exige mais do que ajustes pontuais. Hospitais, clínicas médicas, odontológicas e de estética avançada costumam manter recepção, central de agendamento e canais digitais ativos em horários estendidos, aos fins de semana e, em muitos casos, 24 horas por dia, sete dias por semana. A emenda permite que acordos e convenções coletivas estabeleçam regimes excepcionais de compensação para setores como o da saúde, mas a reorganização de escalas, o aumento de quadro e o redesenho de turnos tendem a pressionar custos e a gestão de pessoas.
O que muda na prática para o atendimento
Na escala 6×1, o colaborador trabalha seis dias e folga um, o que permite cobrir a semana com um número menor de pessoas. Com duas folgas obrigatórias e jornada mais curta, a mesma cobertura passa a exigir mais profissionais ou novos desenhos de turno. Em uma central de atendimento de uma clínica que funciona todos os dias, cada posição fixa pode demandar contratações adicionais, além de treinamento, supervisão e controle de jornada.
O atendimento ao paciente é uma das áreas mais sensíveis a essa transição. Ligações não atendidas, mensagens de WhatsApp respondidas com atraso e agendamentos perdidos afetam diretamente a experiência do paciente e o faturamento da instituição.
Terceirização como alternativa
Nesse contexto, a terceirização de profissionais de SDR (Sales Development Representative) e BDR (Business Development Representative) para atendimento telefônico, WhatsApp, e-mail e redes sociais ganha espaço entre gestores da saúde. Em vez de contratar, treinar e escalar equipes próprias para cada canal, a instituição transfere essa operação a um parceiro especializado, que assume recrutamento, gestão de jornada, cobertura de folgas e substituições.
Uma das empresas que atuam nesse modelo é a Contact SDR, com sede em Ribeirão Preto (SP) e dez anos de mercado. A empresa mantém operadores dedicados a agendamento de consultas e exames, confirmação de presença, retorno a pacientes, qualificação de contatos vindos de campanhas e atendimento em canais digitais, com registro em CRM e gravação de ligações e mensagens. Segundo a empresa, hoje são atendidos alguns dos mais renomados hospitais e clínicas do Brasil, entre eles a Clínica Civil, vinculada ao ecossistema do HCFMRP-USP, a Unimed e a Help Doctor.
A operação é comandada por Danilo Diniz, líder e fundador da Contact SDR. Com 19 anos de experiência em vendas e prospecção, Diniz acompanha de perto o impacto das mudanças trabalhistas sobre centrais de atendimento. “O paciente não escolhe horário para precisar de atendimento. Com a nova jornada, a clínica que quiser manter o mesmo nível de resposta vai precisar de mais gente ou de um parceiro que já tenha essa estrutura montada”, afirma.
Para o executivo, o ganho vai além da questão das escalas. “Quando o gestor tira do radar a montagem de turnos, a cobertura de folgas e a troca de operadores, sobra tempo para o que é central no negócio: cuidar do paciente”, diz.
Responsabilidades e gestão
A terceirização não elimina obrigações. Os profissionais mantêm vínculo formal com a empresa prestadora, e a contratante deve acompanhar o cumprimento das obrigações trabalhistas do parceiro, conforme a legislação vigente. Para a instituição de saúde, porém, a administração direta das escalas, do controle de jornada, das substituições e dos encargos passa a ser do fornecedor, o que reduz a complexidade operacional em um período de adaptação às novas regras.
Com a transição da Emenda Constitucional 141 já em andamento, a tendência é que hospitais e clínicas revisem, nos próximos meses, a forma como estruturam seus canais de contato com o paciente. Em síntese, o fim da escala 6×1 coloca o atendimento no centro do planejamento das instituições de saúde, e modelos terceirizados de SDR e BDR passam a figurar entre as alternativas para garantir continuidade, previsibilidade e foco na assistência.
Para mais informações, basta acessar https://contactsdr.com.br/terceirizacao-call-center-atendimento/
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/danilodiniz
Instagram: https://www.instagram.com/danilodiniz.vendas/
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