Economia
Fibrafort entrega 200ª unidade da Focker 388 Gran Turismo
Economia
O mercado náutico acaba de registrar um marco expressivo. A Fibrafort, um dos maiores estaleiros da América Latina e com mais de 35 anos de tradição e representação em 57 países, celebra neste mês a entrega da 200ª unidade do modelo Focker 388 Gran Turismo. Alcançar este excepcional volume de mercado em uma embarcação de 38 pés chancela o sucesso comercial do modelo, a aceitação dos clientes e reafirma a sua posição como um dos projetos mais desejados e confiáveis da sua categoria no Brasil e no exterior.
Resultado da evolução técnica e estrutural da icônica Focker 377, a 388 GT foi desenvolvida a partir de um projeto que marcou um novo ciclo da Fibrafort em design, tecnologia e experiência de navegação. O fenômeno de aceitação dessas 200 unidades pelo mercado está diretamente ligado ao salto industrial e de engenharia náutica implementado no projeto, que entregou aos clientes, além da ampliação do casco, um pacote com mais de 20 upgrades.
Entre as inovações que transformaram o modelo em referência na categoria estão a nova plataforma de popa submergível com acionamento hidráulico oculto, a preparação de fábrica para climatização completa no cockpit e na cabine, a iluminação em LED integrada e a atualização dos móveis internos, com soluções como prateleiras com portas espelhadas e melhor aproveitamento dos espaços de armazenamento.
“Atingir a marca de 200 unidades entregues da Focker 388 Gran Turismo é o maior atestado de excelência que poderíamos receber. A Focker 377 foi a base dessa evolução e fizemos questão de preservar esse legado, porque o modelo anterior marcou um novo ciclo da fábrica. Com a 388, elevamos o nível de engenharia para entregar uma embarcação de 38 pés que surpreende pelo aproveitamento interno e oferece mais espaço do que muitos barcos de 40 pés disponíveis hoje no mercado. O consumidor não abre mão de conforto, funcionalidade e excelência. Esse volume prova que a nossa decisão de avançar em projeto, design e performance consolidou a 388 como uma referência da categoria”, destaca Thiago Fagundes, coordenador de negócios da Fibrafort.
O nível de exigência dos proprietários dessas 200 embarcações foi atendido com upgrades em design e uma inteligência de espaço. A 388 GT conta com requintes como portas espelhadas, nova mesa em teca desenhada para champanheira e taças, iluminação Full LED integrada, frigobar no cockpit e um tanque de água doce com capacidade estendida, garantindo máxima autonomia em navegações mais prolongadas.
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Fim da escala 6×1 pressiona o atendimento em hospitais
O fim da escala 6×1 deixou de ser debate e passou a integrar a Constituição. Promulgada em 16 de outubro de 2026, a Emenda Constitucional 141 garante dois dias de descanso semanal remunerado e reduz a jornada máxima sem redução salarial: de 44 para 42 horas semanais, 60 dias após a promulgação, e para 40 horas ao fim da transição, prevista para 2027. O Ministério do Trabalho e Emprego prepara um decreto para detalhar o processo de transição e as situações excepcionais.
Para setores que funcionam sem interrupção, a mudança exige mais do que ajustes pontuais. Hospitais, clínicas médicas, odontológicas e de estética avançada costumam manter recepção, central de agendamento e canais digitais ativos em horários estendidos, aos fins de semana e, em muitos casos, 24 horas por dia, sete dias por semana. A emenda permite que acordos e convenções coletivas estabeleçam regimes excepcionais de compensação para setores como o da saúde, mas a reorganização de escalas, o aumento de quadro e o redesenho de turnos tendem a pressionar custos e a gestão de pessoas.
O que muda na prática para o atendimento
Na escala 6×1, o colaborador trabalha seis dias e folga um, o que permite cobrir a semana com um número menor de pessoas. Com duas folgas obrigatórias e jornada mais curta, a mesma cobertura passa a exigir mais profissionais ou novos desenhos de turno. Em uma central de atendimento de uma clínica que funciona todos os dias, cada posição fixa pode demandar contratações adicionais, além de treinamento, supervisão e controle de jornada.
O atendimento ao paciente é uma das áreas mais sensíveis a essa transição. Ligações não atendidas, mensagens de WhatsApp respondidas com atraso e agendamentos perdidos afetam diretamente a experiência do paciente e o faturamento da instituição.
Terceirização como alternativa
Nesse contexto, a terceirização de profissionais de SDR (Sales Development Representative) e BDR (Business Development Representative) para atendimento telefônico, WhatsApp, e-mail e redes sociais ganha espaço entre gestores da saúde. Em vez de contratar, treinar e escalar equipes próprias para cada canal, a instituição transfere essa operação a um parceiro especializado, que assume recrutamento, gestão de jornada, cobertura de folgas e substituições.
Uma das empresas que atuam nesse modelo é a Contact SDR, com sede em Ribeirão Preto (SP) e dez anos de mercado. A empresa mantém operadores dedicados a agendamento de consultas e exames, confirmação de presença, retorno a pacientes, qualificação de contatos vindos de campanhas e atendimento em canais digitais, com registro em CRM e gravação de ligações e mensagens. Segundo a empresa, hoje são atendidos alguns dos mais renomados hospitais e clínicas do Brasil, entre eles a Clínica Civil, vinculada ao ecossistema do HCFMRP-USP, a Unimed e a Help Doctor.
A operação é comandada por Danilo Diniz, líder e fundador da Contact SDR. Com 19 anos de experiência em vendas e prospecção, Diniz acompanha de perto o impacto das mudanças trabalhistas sobre centrais de atendimento. “O paciente não escolhe horário para precisar de atendimento. Com a nova jornada, a clínica que quiser manter o mesmo nível de resposta vai precisar de mais gente ou de um parceiro que já tenha essa estrutura montada”, afirma.
Para o executivo, o ganho vai além da questão das escalas. “Quando o gestor tira do radar a montagem de turnos, a cobertura de folgas e a troca de operadores, sobra tempo para o que é central no negócio: cuidar do paciente”, diz.
Responsabilidades e gestão
A terceirização não elimina obrigações. Os profissionais mantêm vínculo formal com a empresa prestadora, e a contratante deve acompanhar o cumprimento das obrigações trabalhistas do parceiro, conforme a legislação vigente. Para a instituição de saúde, porém, a administração direta das escalas, do controle de jornada, das substituições e dos encargos passa a ser do fornecedor, o que reduz a complexidade operacional em um período de adaptação às novas regras.
Com a transição da Emenda Constitucional 141 já em andamento, a tendência é que hospitais e clínicas revisem, nos próximos meses, a forma como estruturam seus canais de contato com o paciente. Em síntese, o fim da escala 6×1 coloca o atendimento no centro do planejamento das instituições de saúde, e modelos terceirizados de SDR e BDR passam a figurar entre as alternativas para garantir continuidade, previsibilidade e foco na assistência.
Para mais informações, basta acessar https://contactsdr.com.br/terceirizacao-call-center-atendimento/
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