Search
Close this search box.

Economia

Gazin busca arrecadação recorde na 6ª ‘Pintando o 7’

Publicado em

Economia

O Grupo Gazin iniciou, em julho de 2024, a sexta edição da campanha Pintando o 7, ação de responsabilidade social que destina parte das vendas nas lojas físicas e nos canais digitais às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e a entidades semelhantes em todo o Brasil. Desde a sua criação, o projeto já arrecadou e destinou mais de R$ 13 milhões às instituições participantes.

A campanha envolve 468 unidades de negócios distribuídas em 14 estados, abrangendo lojas de varejo, indústrias, centros de distribuição e operações de atacado, o que permite que os recursos arrecadados alcancem dezenas de APAEs em diferentes regiões.

A dinâmica consiste em repassar, a cada compra realizada, um percentual do valor ao fundo da APAE do município onde a loja está localizada; nas cidades sem APAE, o recurso é direcionado a entidades que atendem pessoas com deficiência. O presidente do Grupo Gazin, Gilmar de Oliveira, destaca que a iniciativa reflete o compromisso da empresa com o desenvolvimento das comunidades onde atua.

“A Pintando o 7 mobiliza pessoas em torno de um propósito comum: transformar vidas”, afirma Oliveira. O presidente da Federação Nacional das APAEs, professor Jarbas Feldner de Barros, ressalta que a parceria fortalece o trabalho do terceiro setor, permitindo ampliação de atendimentos, investimentos em estrutura e melhoria da qualidade de vida das pessoas assistidas.

Edson Oleksyw, diretor de Marketing do Grupo Gazin, aponta que o engajamento das equipes nas lojas é fundamental para os resultados da campanha. “Cada loja e cada colaborador entendem que estão contribuindo para algo maior que uma ação comercial”, afirma.

Renata Cervinhani, diretora da APAE de Douradina (PR), indica que os recursos são essenciais para a manutenção de atendimentos especializados, aquisição de materiais e desenvolvimento de projetos que beneficiam as famílias atendidas.

A campanha permanecerá em vigor ao longo de todo o mês de julho, com ações de divulgação e conscientização nas lojas da rede. O regulamento completo e informações adicionais estão disponíveis em https://pintando7.gazin.com.br/.



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

El Niño intensifica eventos extremos no Brasil

Publicados

em

O Painel El Niño 2026‑2027, elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), apontou mais de 90 % de probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, com possibilidade de permanência até o início de 2027.

O fenômeno deve gerar impactos distintos nas regiões brasileiras: no Sul, o Inmet projeta chuvas acima da média e possibilidade de recordes; no Nordeste, o Cemaden prevê expansão da seca severa e extrema; no Sudeste, 89 % da região sofreu algum grau de seca em julho e as previsões indicam período de chuvas intensas e altas temperaturas, segundo o Climatempo; na Amazônia, o Cemaden e a Ana alertam para déficit de chuva, risco de prolongamento da seca e aumento da incidência de incêndios.

O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (INAM) alerta que o El Niño em curso pode tornar‑se um dos mais severos registrados desde 1950. Vininha F. Carvalho, ambientalista, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios ressalta que o aquecimento das águas do Pacífico pode afetar indicadores sociais, da saúde à educação.

De acordo com o Dr. Alexandre Chieppe, consultor médico da MedLevensohn, a instabilidade climática pode desencadear desastres como enchentes e inundações e aumentar a incidência de doenças transmissíveis. Ele destaca que a combinação de umidade e calor cria condições favoráveis à proliferação de vetores de zoonoses, sobretudo arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya.

O El Niño também pode impactar a agricultura, os níveis dos reservatórios, a geração de energia e os preços dos alimentos. O monitoramento depende da coleta contínua de dados atmosféricos e oceânicos por satélites, sensores e boias, permitindo que produtores rurais recebam alertas em tempo real e ajustem suas decisões de manejo.

Vininha F. Carvalho conclui que a mudança climática já está gerando novos desafios para as cidades brasileiras, e que adaptar o planejamento urbano é essencial para aumentar a capacidade de enfrentar cenários futuros.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA