Search
Close this search box.

Economia

Limpeza em farmácias exige escovas técnicas

Publicado em

Economia

O varejo farmacêutico brasileiro atingiu R$ 243,33 bilhões em faturamento no acumulado até novembro de 2025, com crescimento de 10,81% na comparação anual, segundo dados da IQVIA. A expansão do setor, impulsionada por genéricos, similares e diversificação de serviços, traz consigo a necessidade de estruturas físicas adequadas e rotinas rigorosas de limpeza nos estabelecimentos.

A RDC nº 44/2009 e a RDC nº 67/2007, ambas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), estabelecem as Boas Práticas Farmacêuticas e de Manipulação aplicáveis a farmácias e drogarias, determinando que equipamentos e utensílios sejam mantidos em condições adequadas de higiene.

Nesse contexto, as escovas para farmácias integram os recursos técnicos utilizados na limpeza de recipientes, tubulações, vidrarias e superfícies internas de difícil acesso, características presentes nos ambientes de manipulação magistral e dispensação.

Os modelos desenvolvidos para uso farmacêutico são fabricados com cerdas de nylon atóxico e hastes resistentes a agentes químicos de limpeza, materiais compatíveis com os protocolos de desinfecção aplicados no setor. A variedade de formatos atende a diferentes tipos de recipientes e equipamentos, desde frascos de manipulação até utensílios de laboratório interno.

Para Jefferson Weinberger, diretor comercial da Weinberger, “instrumentos de limpeza adequados ao formato e ao material de cada equipamento são indispensáveis para garantir a eficácia da higienização, uma etapa diretamente vinculada à qualidade e à segurança dos produtos dispensados”. Com o varejo farmacêutico projetando novo ciclo de crescimento em 2026 e a fiscalização sanitária em ampliação, a conformidade das ferramentas de higienização tende a ocupar posição mais central nas rotinas de gestão dos estabelecimentos do setor.



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

El Niño intensifica eventos extremos no Brasil

Publicados

em

O Painel El Niño 2026‑2027, elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), apontou mais de 90 % de probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, com possibilidade de permanência até o início de 2027.

O fenômeno deve gerar impactos distintos nas regiões brasileiras: no Sul, o Inmet projeta chuvas acima da média e possibilidade de recordes; no Nordeste, o Cemaden prevê expansão da seca severa e extrema; no Sudeste, 89 % da região sofreu algum grau de seca em julho e as previsões indicam período de chuvas intensas e altas temperaturas, segundo o Climatempo; na Amazônia, o Cemaden e a Ana alertam para déficit de chuva, risco de prolongamento da seca e aumento da incidência de incêndios.

O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (INAM) alerta que o El Niño em curso pode tornar‑se um dos mais severos registrados desde 1950. Vininha F. Carvalho, ambientalista, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios ressalta que o aquecimento das águas do Pacífico pode afetar indicadores sociais, da saúde à educação.

De acordo com o Dr. Alexandre Chieppe, consultor médico da MedLevensohn, a instabilidade climática pode desencadear desastres como enchentes e inundações e aumentar a incidência de doenças transmissíveis. Ele destaca que a combinação de umidade e calor cria condições favoráveis à proliferação de vetores de zoonoses, sobretudo arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya.

O El Niño também pode impactar a agricultura, os níveis dos reservatórios, a geração de energia e os preços dos alimentos. O monitoramento depende da coleta contínua de dados atmosféricos e oceânicos por satélites, sensores e boias, permitindo que produtores rurais recebam alertas em tempo real e ajustem suas decisões de manejo.

Vininha F. Carvalho conclui que a mudança climática já está gerando novos desafios para as cidades brasileiras, e que adaptar o planejamento urbano é essencial para aumentar a capacidade de enfrentar cenários futuros.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA