Economia
Na ABF, Pet de TODOS mostra negócio conectado à grande base
Economia
A Pet de TODOS, rede de franquias de saúde e cuidados pet ligada ao Grupo Cartão de TODOS, participa da ABF Franchising Expo 2026, que acontece no Expo Center Norte, em São Paulo. A marca apresenta ao mercado um novo modelo de operação, criado para unir recorrência de receita, diversificação de serviços, condições inéditas e acesso a uma grande base de clientes já consolidada.
Um dos principais diferenciais competitivos da rede está na conexão com o Grupo TODOS Internacional, responsável pelo Cartão de TODOS, o maior cartão de descontos do país. Com 25 anos de atuação, mais de mil unidades em operação (entre franquias e clínicas) e receita anual superior a R$ 6 bilhões, o grupo alcança cerca de 8 milhões de famílias assinantes e atende mais de 24 milhões de pessoas. Isso permite que cada nova unidade da Pet de TODOS já comece conectada a uma base potencial de clientes, reduzindo o desafio usual de novas franquias em conquistar reconhecimento de marca e formar carteira de usuários nos primeiros meses de operação.
Outro destaque do modelo é a estrutura exclusiva no setor: uma única unidade reúne seis fontes de receita — clínica veterinária, com consultas, vacinas e exames; centro cirúrgico; banho e tosa; pet shop com descontos para assinantes; farmácia; e o plano de assinatura mensal. Essa configuração contribui para gerar recorrência financeira, estimular o retorno dos clientes e ampliar a previsibilidade para o franqueado. Além de abrir novas unidades, a rede também oferece a possibilidade de conversão de pet shops já existentes, acelerando o processo de implantação.
As frentes de recorrência financeira são ainda apoiadas por loja própria com produtos vendidos com desconto para assinantes e soluções tecnológicas e instagramáveis. E todo o sistema é suportado por uma forte estratégia de marketing, branding e máquina de vendas, que conta com ninguém menos que Ana Maria Braga como embaixadora oficial e figura à frente de campanhas. O vínculo com o grupo TODOS disponibiliza ainda uma força comercial formada por pontos físicos de venda, além de um poderoso aparato de ofertas digitais, que incluem CRM, mesa de performance, call center e suporte criativo e de comunicação de agências dedicadas.
Plano pet econômico
Em clima de Copa, a participação na feira acontece junto ao lançamento de uma nova campanha voltada à atração de novos clientes, batizada de “Torcida CãoPeã”, que também revela a chegada de Ana Maria Braga como nova embaixadora da marca. A ação oferece cobertura total de serviços por R$ 39,90 por mês (no modelo individual), com banho mensal incluso (o que já abate a despesa com a assinatura mensal), consultas ilimitadas e acesso a mais de 100 procedimentos por valores abaixo dos praticados no mercado.
Para o consumidor, o modelo foi pensado para tornar o cuidado veterinário totalmente acessível sem abrir mão da cobertura ampla e de qualidade, por valores competitivos. Os demais planos, que variam de R$ 29,90 a R$ 49,90 por mês, também incluem as vantagens usuais do plano promocional, oferecendo descontos de até 50% em vacinas, exames, medicamentos, internações e cirurgias; 20% em ração; e banhos adicionais a partir de R$ 19,90. Com todos esses diferenciais, a Pet de TODOS chega ao mercado com um formato inédito no setor pet brasileiro, tanto para clientes como para franqueados. Os fundadores prometem fazer esse ecossistema de inovações e oportunidades ser acompanhado de um acelerado crescimento e capilaridade em todo o Brasil.
“A maior dificuldade das franquias está em captar novos clientes, e essa é a maior força da Pet de TODOS, que já nasce vinculada a uma empresa líder no segmento de saúde, a uma marca conhecida e a uma base de mais de 24 milhões de pessoas. Já estamos presentes em seis estados e queremos alcançar todas as regiões do país, tornando-nos a marca mais lembrada do setor pet até 2028. A chegada de Ana Maria Braga fortalece nosso propósito de inclusão, acessibilidade e valorização da saúde animal”, afirma Cássio Guieiro, um dos sócios-fundadores da Pet de TODOS.
Ativações no estande
Ao longo dos quatro dias de evento, o estande J003 terá duas ativações abertas ao público. A primeira é uma cabine de prêmios, na qual os visitantes poderão participar de sorteios e interagir com a marca. A segunda contará com a presença de dois cães adestrados, que circularão pelo espaço durante a feira, para interação controlada e com garantia de segurança e bem-estar animal.
Economia
Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.
A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.
Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.
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Acumulado
De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:
- 1.248.914 (nove meses de 2026);
- 1.731.398 (nove meses de 2025).
Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.
Setores
Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.
- Serviços: 81.241 postos;
- Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 19.285;
- Comércio: 15.697;
- Construção civil: 9.468;
- Agropecuária: -4.381.
Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio. No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.
Destaques
Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas. O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.
Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).
No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.
Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).
Regiões e estados
Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.
Veja abaixo o desempenho de cada região:
- Nordeste: 49.142 postos;
- Sudeste: 39.404;
- Norte: 14.748;
- Sul: 9.949;
- Centro-Oeste: 7.894.
Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo. Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).
As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.
Salário médio
O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41. Isso representa:
- redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto (R$ 2.430,51);
- aumento de R$ 44,90 (1,88%) em relação a setembro de 2025 (R$ 2.384,51).
Carteira assinada
Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.
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