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Omie firma parceria com Lead Energy e poupa 23% em energia

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A Omie, sistema de gestão (ERP) para PMEs, firmou parceria com a Lead Energy para a migração de suas unidades consumidoras para o mercado livre de energia. A iniciativa teve início em fevereiro de 2025, com a estruturação da estratégia de contratação e análise de viabilidade energética.

Os resultados da parceria já se mostram expressivos. Desde então, a Omie registrou economia de 23% em custos com energia elétrica, resultado da estratégia de contratação no mercado livre e da gestão ativa dos contratos energéticos. Além do impacto financeiro, a migração também gerou ganhos ambientais relevantes: no mesmo período, o consumo de energia renovável evitou a emissão de 12,7 toneladas de CO₂, volume equivalente ao plantio de aproximadamente 90 árvores.

A escolha pela Lead Energy foi pautada por fatores estratégicos, entre eles a abordagem consultiva, a transparência nas negociações e o atendimento especializado ao longo do processo de migração. Outro aspecto considerado foi o sistema proprietário da empresa, que permite à Omie realizar a gestão digital e integrada das contas de energia, com acesso a dados detalhados do consumo, relatórios gerenciais e indicadores de performance em tempo real.

“Para a Omie, a gestão eficiente de energia na matriz é uma prioridade de governança. A parceria com a Lead Energy nos permitiu acessar o mercado livre de forma estruturada, unindo segurança jurídica à otimização de recursos. Esse movimento amplia nossa visão estratégica e reflete nosso compromisso com a excelência na gestão de ativos”, pontua Daniela Vaz, gerente de Facilities da Omie e gestora do projeto.

Além do impacto financeiro direto, a migração para o mercado livre trouxe maior flexibilidade contratual, previsibilidade orçamentária e autonomia na escolha do fornecedor de energia, permitindo à companhia estruturar um modelo de contratação mais aderente às suas diretrizes de governança corporativa e responsabilidade ambiental, por meio do Ecom Carbon. Foi confirmada a aposentadoria de 1 bilhão e 854 milhões de certificados I-REC. O montante representa a comprovação de 1 bilhão e 854 milhões de MWh de eletricidade gerada por fontes renováveis no ano de 2025.

De acordo com dados Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o mercado livre já representa cerca de 45% de todo o consumo de energia do Brasil, reunindo mais de 50 mil unidades consumidoras entre indústrias, empresas de serviços e grandes grupos corporativos. O modelo permite que consumidores negociem diretamente com geradores e comercializadores, muitas vezes com acesso a energia proveniente de fontes renováveis, como eólica, solar, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas.

“Essa parceria demonstra que eficiência energética, sustentabilidade e inteligência na gestão caminham juntas. Nosso objetivo é oferecer soluções transparentes, tecnológicas e sustentáveis, que gerem impacto financeiro e ambiental positivo para nossos clientes. Empresas com grande capilaridade operacional, como a Omie, têm muito a ganhar ao estruturar sua estratégia energética no mercado livre”, destaca Raphael Ruffato, fundador e CEO da Lead Energy.

Com o fornecimento de energia proveniente de fontes renováveis, a Omie também avança em sua agenda ESG e na redução da pegada de carbono associada às operações administrativas. A companhia passa a contar, ainda, com ferramentas de monitoramento e gestão energética que ampliam a visibilidade sobre o consumo e possibilitam a identificação contínua de oportunidades de eficiência.

A parceria entre Omie e Lead Energy reforça o amadurecimento do mercado livre de energia no Brasil e evidencia o movimento de grandes companhias em direção a modelos de contratação mais eficientes, sustentáveis e competitivos, tendência que deve ganhar ainda mais força nos próximos anos, à medida que novas categorias de consumidores passem a ter acesso ao ambiente de contratação livre.

Sobre a Omie

Fundada em 2013 por Marcelo Lombardo e Rafael Olmos, a Omie tem o propósito de destravar o crescimento de todos os tipos de negócios, oferecendo um sistema de gestão completo e ilimitado, ancorada em quatro grandes pilares: Gestão, por meio do software; Educação, por meio da Omie; Finanças, por meio de linhas de crédito e soluções para apoio à gestão de PMEs; e Comunidade, por meio de um ecossistema que conecta clientes, fornecedores e prestadores de serviços.

A empresa conta com mais de 25 mil contadores parceiros, mais de 180 mil clientes, aproximadamente 1600 colaboradores e mais de 100 unidades de franquias no país. Atualmente, a Omie processa mais de R$38 bilhões em notas fiscais emitidas por mês, representando um fluxo de cerca de 3,8% do PIB brasileiro. Para conhecer mais sobre as novidades da Omie, basta conferir os canais: Site, Blog, Instagram, LinkedIn e TikTok.



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Modelo cooperativo chega a nove países e 100 mil clientes

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Cerca de 1.500 pessoas se reúnem em 19 de dezembro, no Espaço Unimed, em São Paulo, para o encerramento do ano de um ecossistema econômico organizado a partir de princípios cooperativos. O encontro marca o balanço de 2026, período em que o modelo passou a reunir 11 mil clientes diretos e mais de 100 mil clientes indiretos, com presença em mais de 800 cidades brasileiras e em nove países.

Promovido pela Gfi Hub, com sede em Itapema (SC), o Gfi Celebration Experience tem, em 2026, a primeira edição, sucedendo encontros de outros formatos realizados pela empresa nos anos anteriores. A programação inclui palestra do empresário e palestrante Pyero Tavolazzi, apresentação do ator, humorista e ilusionista Maurício Dollenz e homenagens a integrantes do ecossistema que se destacaram ao longo do ano, seguidas de jantar de encerramento.

Expansão em 2026

Os números do ano, segundo dados da empresa, indicam a ampliação da presença geográfica do modelo. Além das 800 cidades, a operação alcança as 27 unidades federativas do país e mercados como Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Colômbia, Estados Unidos e Portugal. O ecossistema reúne empresas de áreas como consumo, saúde e bem-estar, tecnologia, conectividade e setor imobiliário, que operam de forma integrada.

Cooperação além do crédito

O movimento acompanha o avanço do cooperativismo no Brasil. O setor alcançou 29 milhões de cooperados em 2025 e movimentou R$ 848 bilhões, alta de 12% em relação a 2024, segundo o AnuárioCoop 2026, do Sistema OCB. As sobras, resultado equivalente ao excedente das cooperativas, somaram R$ 61,3 bilhões, avanço de 14,2% no período.

Historicamente concentrado no crédito, o modelo cooperativo começa a alcançar outras áreas da economia. É nesse campo que se insere o Mercado Econômico Cooperativo (MEC), conceito desenvolvido pela Gfi Hub que organiza o consumo e os serviços do dia a dia em uma estrutura compartilhada, de modo que o valor movimentado circule entre os participantes.

“O encontro de dezembro registra um ano em que o modelo passou a fazer parte da rotina de famílias em mais de 800 cidades”, afirma Odirlei Schuster, presidente da Gfi Hub.

Perspectivas para 2027

Para 2027, a empresa prevê aprofundar a internacionalização iniciada nos últimos anos. A estratégia declarada é adaptar o modelo às características comerciais, culturais, logísticas e regulatórias de cada país, com atuação junto a parceiros locais, em vez de reproduzir a operação brasileira. “A meta para 2027 é consolidar, nos novos mercados, a base construída no Brasil ao longo de 2026”, conclui Schuster.

Com mais de 100 mil clientes indiretos e operação em mais de nove países, o encontro de 19 de dezembro encerra o ciclo de 2026 do ecossistema e marca o início do ciclo de 2027. A celebração reúne o resultado do ano e abre o calendário seguinte, em um momento em que o modelo cooperativo, com 29 milhões de cooperados no país, amplia a presença em novas áreas da economia.

Para mais informações, basta acessar www.gfihub.com.br.



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