Cidades
Saiba como funciona o atendimento do SAMU 192 em Diamantino
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A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, orienta a população sobre o funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192). O serviço já está em funcionamento no município e atua no atendimento de pessoas que necessitam de socorro imediato, prestando assistência no local da ocorrência.
O acionamento do serviço deve ser realizado preferencialmente pelo telefone 192, canal oficial do SAMU. A população também pode solicitar atendimento pelos números WhatsApp (65) 9.9993-9372 e pelo telefone fixo (65) 3317-3200, além do aplicativo 192 Fácil, disponível para aparelhos Android e iOS.
Ao receber o chamado, a Central de Regulação Médica, localizada em Cuiabá e responsável pelo atendimento das ocorrências em todo o estado de Mato Grosso, realiza uma avaliação inicial da situação. Durante a ligação, são solicitadas informações como endereço da ocorrência, telefone para retorno, condições do paciente e detalhes sobre o que aconteceu.
Atualmente, a Base Descentralizada do SAMU em Diamantino conta com quatro condutores socorristas, quatro técnicos de enfermagem e uma enfermeira coordenadora, atuando em uma Unidade de Suporte Básico (USB/Bravo).
A enfermeira e coordenadora da Base Descentralizada do SAMU 192 de Diamantino, Isabelle Ascari, destacou que é fundamental que a pessoa que realiza o chamado esteja no local da ocorrência.
“É importante que o solicitante esteja junto ao paciente ou na cena da ocorrência para fornecer informações precisas à Central de Regulação. Em muitos casos, o médico regulador pode orientar procedimentos e condutas até a chegada da equipe.”
Isabelle explicou como funciona o trabalho da equipe da Base Descentralizada do SAMU em Diamantino após o acionamento de uma ocorrência.
“Depois que recebemos o chamado da Central de Regulação, toda a movimentação da equipe passa a ser acompanhada. Informamos a saída da ambulância, o atendimento da ocorrência, o encaminhamento do paciente quando necessário e o retorno à base. Esse contato permite à Central organizar os atendimentos de forma mais ágil e eficiente.”
Isabelle também explicou por que o acionamento do SAMU deve ser realizado pelos canais oficiais de atendimento.
“Todo chamado precisa ser registrado e avaliado pela Central, que é responsável por direcionar a equipe conforme a necessidade de cada ocorrência. Por esse motivo, a população não precisa se deslocar até a base para solicitar atendimento, já que o envio da ambulância depende da abertura do chamado e da avaliação do caso.”
Ela ainda reforçou: “Se o paciente consegue se deslocar com segurança, a orientação é procurar diretamente o Hospital Municipal, já que o atendimento do SAMU passa pela abertura e regulação da ocorrência.”
Segundo a equipe, em situações em que ocorram chamados simultâneos, a Central de Regulação realiza a classificação de risco e define a prioridade de atendimento conforme a gravidade de cada caso.
A coordenadora reforça que a implantação do serviço representa um importante avanço para a saúde pública do município.
“A equipe do SAMU está em Diamantino para somar forças à rede de saúde e contribuir com um atendimento cada vez mais ágil e seguro à população. Entendemos que muitas dúvidas são naturais neste período de adaptação, mas seguimos à disposição para orientar e prestar o melhor atendimento dentro das atribuições do serviço.”
COMO ACIONAR CADA CANAL DE ATENDIMENTO
Atendimento pelo 192
O telefone 192 é o canal oficial do SAMU em todo o país. Ao realizar a ligação, o chamado é direcionado automaticamente para a Central de Regulação responsável pela região onde a ocorrência está acontecendo. Em Diamantino, por exemplo, as ligações são recebidas pela Central de Regulação de Cuiabá.
Durante o atendimento, o regulador realiza uma triagem inicial, fazendo perguntas para entender o que está acontecendo, identificar a localização da ocorrência e avaliar as condições da vítima. Dependendo da situação, o caso pode ser encaminhado para o médico regulador, que fornece orientações sobre os primeiros cuidados enquanto a equipe se desloca para o local.
Aplicativo 192 Fácil
Além dos telefones de atendimento, a população também pode acionar o serviço por meio do aplicativo 192 Fácil. A ferramenta foi desenvolvida para tornar o pedido de socorro mais rápido e prático, especialmente em situações em que a pessoa tenha dificuldade para realizar uma ligação.
Após baixar o aplicativo, o usuário deverá realizar um cadastro simples, informando o nome completo, telefone para contato, data de nascimento e gênero. Na sequência, será enviado um código de confirmação pelo WhatsApp, que deverá ser inserido no aplicativo para validar o cadastro e seguir para a próxima etapa.
Após a validação, será necessário autorizar o compartilhamento da localização durante o uso do aplicativo. Essa etapa é fundamental, pois permite que a Central de Regulação tenha acesso à localização exata da ocorrência, facilitando o deslocamento da equipe até o local indicado.
O aplicativo é fácil de utilizar. Em uma situação de ocorrência, basta clicar a opção “Chamar SAMU” na aba principal do aplicativo e seguir as orientações na tela, informando para quem é o atendimento, conferindo se o endereço da ocorrência está correto e descrevendo brevemente a situação. Ao finalizar o preenchimento, o chamado é encaminhado diretamente para a Central de Regulação, que dará sequência ao atendimento conforme os protocolos do serviço.
Baixe o aplicativo:
Android:https://play.google.com/store/apps/details?id=com.samu.x_192facil
iOS:https://apps.apple.com/br/app/192-f%C3%A1cil/id1501340705
Atendimento pelo WhatsApp (65) 99993-9372 e telefone fixo (65) 3317-3200
Além do aplicativo 192 Fácil, a população também pode solicitar atendimento pelo WhatsApp (65) 99993-9372 ou pelo telefone fixo (65) 3317-3200. Em ambos os canais, a ocorrência é registrada e encaminhada para a Central de Regulação, que avalia a situação e define a resposta mais adequada para cada caso.
No atendimento por telefone, as informações são repassadas por meio de uma ligação. Já pelo WhatsApp, o processo ocorre por mensagens, mas os dados solicitados são os mesmos: endereço da ocorrência, telefone para contato, descrição do que aconteceu e condições da vítima.
A partir dessas informações, a equipe de regulação realiza a triagem, orienta os primeiros cuidados quando necessário e avalia a necessidade de envio de uma equipe ao local.
Cidades
Musicalização fortalece vínculos e contribui para o desenvolvimento de crianças e adolescentes em Sinop
A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Assistência Social, desenvolve oficinas gratuitas de musicalização para crianças e adolescentes atendidos pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). As atividades ocorrem nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) Menino Jesus, Paulista, Palmeiras, Boa Esperança e no Centro de Convivência Dona Zezé, com aulas que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e criativo dos participantes, além de fortalecer vínculos familiares e comunitários.
A coordenadora do CRAS Palmeiras, Mariza Bertoldo, destacou que a musicalização representa uma importante ferramenta de desenvolvimento para crianças e adolescentes. “A oficina de musicalização promove o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes. É uma oficina voltada para o público de 7 a 15 anos. Os interessados em participar precisam ter o Cadastro Único atualizado. Aqui, trabalhamos disciplina, coordenação motora e a fala. É uma oficina muito dinâmica para as crianças e representa um desenvolvimento para elas mesmas”, explicou.
Mariza Bertoldo também ressaltou os benefícios da atividade para crianças mais tímidas e reforçou que as oficinas estão disponíveis em todas as unidades do município. “As mães que querem trazer seus filhos podem procurar qualquer CRAS, porque a atividade está presente em todas as unidades. As crianças que são tímidas aprendem a se expressar, a cantar e a desenvolver a coordenação motora. É um desenvolvimento maravilhoso”, acrescentou.
A oficineira Paula Nascimento afirmou que a música atua em diferentes aspectos do desenvolvimento. “Eu trabalho com musicalização e ela abrange todos os aspectos da música, como a parte rítmica e mental. A música ajuda muito. Tenho ex-alunos que já estão tocando na igreja, com a família e até trabalhando. Esse momento funciona como um complemento. Aqui já existe um trabalho com orientadores e psicólogos, e a música entra para ajudar na mente e fortalecer os vínculos com a criança”, afirmou.
A profissional também destacou a relação de confiança construída entre os alunos e os professores e os reflexos positivos da música na vida das famílias. “Muitas vezes, a criança cria confiança no professor e se abre mais. Isso faz bem para a mente, para o coração e para a alma. A música tem esse poder de alegrar as pessoas e também pode ajudar as famílias, fortalecendo o trabalho da assistência social”, completou.
Para a estudante Agatha Rosa, de 13 anos, a oficina se tornou um espaço de convivência e descobertas. “Este é o meu primeiro ano aqui e eu me sinto muito feliz. É um lugar onde você pode cantar, conversar e até desabafar. Às vezes, você chega em um dia ruim e, quando participa das atividades, faz amizades e conhece mais pessoas do bairro. Eu mesma não gostava muito de cantar, mas descobri uma versão muito boa de mim. Hoje gosto de cantar. Ainda não sei tocar muito, mas estou aprendendo a tocar violão e espero evoluir ainda mais”, contou.
Henrique Lopes, de 12 anos, disse que a atividade despertou o interesse pela música e incentivou a prática em casa. “Participo há alguns meses e gosto muito daqui. O que eu mais gostei de aprender foi tocar violão. Eu também treino em casa”, relatou.
Os interessados em participar da oficina de musicalização podem procurar o CRAS de referência do bairro onde residem. Para realizar a inscrição, é necessário possuir Cadastro Único atualizado. As atividades são gratuitas e fazem parte das ações desenvolvidas pela rede socioassistencial do município.
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