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Várzea Grande

‘Dinâmica do urso’ ajuda alunos a desenvolver empatia e combater o bullying

Publicado em

Várzea Grande

O bullying acontece em diversos ambientes, mas é na escola que ele se manifesta com maior frequência, já que é o local onde crianças e adolescentes passam grande parte do tempo e convivem diariamente com muitas pessoas. Por isso, os profissionais da educação precisam estar atentos a situações que possam gerar conflitos e comprometer o bem-estar dos estudantes.

Na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Angela Jardim Botelho, os alunos do 4º ano participaram de uma série de atividades voltadas à prevenção e ao combate ao bullying. Entre as ações desenvolvidas estavam a paleta de cores, que abordou a diversidade dos tons de pele, a dinâmica do urso e a exibição de um filme que retrata situações relacionadas a essa prática.

A diretora da unidade, Meire Aparecida Carneglutti, explicou que a proposta foi trabalhar o tema de forma lúdica, por meio de atividades em grupo que estimulassem a interação entre os participantes.

“Foi um momento de socialização. A dinâmica do urso, por exemplo, tem um tom de brincadeira, mas durante a atividade é possível perceber como cada aluno recebe o boneco de pelúcia e demonstra seus sentimentos”, destacou.

Segundo a diretora, a própria condução das dinâmicas favorece a interação entre os estudantes, fortalece vínculos afetivos e contribui para o desenvolvimento da empatia.

“Essa foi a nossa intenção ao incentivar essas atividades. Todos participaram de forma afetuosa e respeitosa”, acrescentou.

Meire ressaltou ainda que o bullying é um tema relevante e que deve ser discutido continuamente por toda a comunidade escolar, envolvendo alunos, professores, gestores e famílias.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Câmara aprova projeto de Carlinhos Figueiredo que cria a Carteira da Mãe Atípica — Câmara Municipal

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A Câmara Municipal de Várzea Grande aprovou, por 16 votos favoráveis, o projeto de lei de autoria do vereador Carlinhos Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.

A proposta tem como finalidade garantir o reconhecimento formal e a identificação de mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que exijam cuidados permanentes e contínuos.

A iniciativa busca assegurar maior dignidade, respeito e segurança, facilitando a identificação da cuidadora principal e o acesso a atendimento prioritário e diferenciado em órgãos públicos municipais e instituições privadas, evitando constrangimentos no cotidiano.

Segundo o texto aprovado, a carteira conterá nome completo, fotografia, número de documento oficial, dados de identificação da pessoa assistida e prazo de validade. A comprovação da condição será feita mediante laudo médico ou relatório multiprofissional.

Durante a discussão em Plenário, a vereadora Rosy Prado elogiou a sensibilidade da matéria e declarou apoio à proposta. Ela destacou o acolhimento às mães atípicas de Várzea Grande e ressaltou que a medida reforça a inclusão e a dignidade de famílias que, muitas vezes, enfrentam desrespeito a direitos já garantidos em lei.

O vereador Caio Cordeiro também enfatizou os desafios enfrentados por quem convive diariamente com barreiras e preconceito. Ele defendeu o amparo às cuidadoras e chamou atenção para a necessidade de cuidado na formulação das políticas de inclusão.

O vereador Bruno Rios declarou apoio ao projeto e compartilhou experiência pessoal ao mencionar o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Ele relembrou as dificuldades enfrentadas na infância, destacou os avanços da medicina e da ciência no diagnóstico precoce e no tratamento, e parabenizou o autor da proposta.

Para ampliar a cobertura da legislação, o vereador Raul apresentou emenda estendendo o benefício não apenas às mães, mas também aos demais responsáveis legais e cuidadores principais, como avós, outros parentes ou profissionais responsáveis pelos cuidados diários.

O parlamentar justificou a alteração ao destacar a realidade de famílias em que as mães precisam trabalhar e deixam os cuidados cotidianos sob a responsabilidade de outros familiares ou profissionais.

Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande

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