Saúde
Saúde mantém plantão de urgência no feriado de Corpus Christi e retoma atendimento integral na sexta-feira (05)
Saúde
Em razão do feriado de Corpus Christi, celebrado nesta quinta-feira (4), as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e os demais serviços ambulatoriais da rede municipal de saúde estarão fechados. Para garantir a assistência à população, permanecerão em funcionamento apenas as unidades de urgência e emergência que atendem em regime de plantão 24 horas: as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos bairros Ipase e Cristo Rei, o Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande e a Maternidade Municipal – Rede Cegonha.
Já na sexta-feira (5), todos os serviços da rede municipal de saúde funcionarão normalmente, incluindo a Atenção Primária, Secundária e Terciária, além dos setores administrativos da Secretaria Municipal de Saúde.
A manutenção do expediente foi determinada pela Portaria nº 315/2026, publicada pela Secretaria Municipal de Saúde no Diário Oficial do Município nesta terça-feira (2). O documento estabelece que as unidades de saúde e o nível central da pasta deverão cumprir expediente regular no dia 5 de junho, assegurando a continuidade dos serviços públicos essenciais e o acesso da população aos atendimentos.
Orientação à população
Durante o feriado, a Secretaria Municipal de Saúde orienta os moradores a procurarem as unidades de pronto atendimento apenas em casos de urgência e emergência, contribuindo para a manutenção da capacidade de resposta desses serviços.
Funcionamento da rede municipal
Quinta-feira (4) – Corpus Christi
* UPA Ipase: atendimento 24 horas;
* UPA Cristo Rei: atendimento 24 horas;
* Hospital e Pronto-Socorro Municipal: atendimento 24 horas;
* Maternidade Municipal – Rede Cegonha: atendimento 24 horas.
Sexta-feira (5) – Expediente normal
* As 26 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) funcionarão normalmente, das 7h às 17h;
* Secretaria Municipal de Saúde: expediente administrativo regular;
* Demais serviços da rede municipal: funcionamento normal, conforme a programação de cada setor.
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Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
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