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Saúde

EMEB David Mayer recebe campanha de vacinação para alunos e comunidade escolar

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Saúde

A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) David Mayer recebeu, na quarta-feira (27), uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde para a realização da campanha de vacinação destinada aos alunos e à comunidade escolar do bairro. A iniciativa faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), desenvolvido em todas as unidades escolares do município.

A diretora da unidade, professora Elizania de Moraes, explicou que a ação teve como objetivo atualizar a caderneta vacinal dos estudantes e ampliar o acesso à imunização para pais, responsáveis e demais moradores da comunidade escolar. A gestora destacou ainda a parceria entre as Secretarias Municipais de Educação e Saúde de Várzea Grande.

“A equipe do PSF Ouro Verde esteve na escola realizando o trabalho de orientação, atualização do cartão de vacina dos alunos e imunização da comunidade. Essa iniciativa aproxima as famílias da escola e facilita o acesso às vacinas”, ressaltou.

A EMEB David Mayer atende cerca de 250 alunos da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou a importância da união entre Saúde e Educação nas ações de prevenção e combate às doenças.

“Essa parceria facilita o acesso às vacinas dentro do ambiente escolar e contribui diretamente para a redução de doenças que podem ser evitadas por meio da imunização”, afirmou.

Conforme informações da assessoria da Secretaria Municipal de Saúde, o próximo atendimento do Programa Saúde na Escola ocorrerá no início do mês de junho. O nome da próxima unidade escolar contemplada será divulgado antecipadamente para que profissionais e comunidade possam se organizar para o dia da vacinação.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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