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Cultura

Coletivo Liga do Dendê lança livro ‘Contos para Ibejada’ em Salvador

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25 de Maio é celebrado o Dia da África. A data representa a libertação das nações africanas frente à colonização, assim como a união entre os diferentes povos africanos. A data se dá porque em 1963, 32 nações africanas se reuniram na Etiópia e criaram a OUA, Organização da Unidade Africana, que passou a se chamar União Africana em 2002.

Para marcar as celebrações do Dia da África no Brasil – país que mais recebeu pessoas escravizadas da diáspora africana no mundo -, o Coletivo Liga do Dendê lança, nesta segunda-feira (25), em Salvador, o livro “Contos para Ibejada”.  A coletânea reúne 26 autores negros baianos, entre eles crianças e adolescentes. O lançamento do livro infantojuvenil faz parte da programação artística e cultural, que acontece até as 20h na Biblioteca Central do Estado, no bairro dos Barris, área central da capital baiana.

Os 26 contos ilustrados percorrem referências culturais africanas e também a diáspora dos sequestrados do continente em histórias que convidam crianças e jovens a um mergulho afetivo em valores ancestrais. São narrativas que resgatam conhecimentos, celebram heranças e fortalecem o orgulho identitário.

O projeto também evidencia o protagonismo infantojuvenil com o lançamento da Liguinha do Dendê, braço do coletivo voltado a crianças e jovens escritores negros. A iniciativa nasce de um desejo antigo do coletivo e reúne autores mirins e suas famílias em um espaço de acolhimento, incentivo e circulação literária.

No Instagram @ligadodende é possível conhecer o perfil de todos os participantes da coletânea “Contos para Ibejada”


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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