Saúde
Maiara & Maraisa levantam multidão e marcam noite histórica na ExpoVG
Saúde
O terceiro dia da ExpoVG 2026 foi marcado por emoção, música sertaneja e uma multidão animada que lotou o Parque de Exposições, em Várzea Grande. O grande destaque da noite foi o show nacional da dupla Maiara & Maraisa, que colocou o público para cantar em coro os maiores sucessos da carreira e transformou o evento em um verdadeiro espetáculo.
Mais de 30 mil pessoas passaram pela exposição, consolidando o retorno da ExpoVG como um dos maiores eventos da região metropolitana de Cuiabá. Famílias inteiras, grupos de amigos e fãs da dupla prestigiaram a programação, que contou com forte esquema de segurança, estrutura organizada e praça de alimentação movimentada durante toda a noite.
No palco, Maiara & Maraisa embalaram o público com hits consagrados como “Medo Bobo”, “Sorte Que Cê Beija Bem”, “Esqueça-me Se For Capaz”, “Todo Mundo Menos Você” e “Presepada”. A cada música, a arena vibrava com milhares de vozes acompanhando a dupla em uma noite de muita emoção e nostalgia sertaneja.
A enfermeira Adriana Carvalho acompanhou de perto a programação e destacou a grandiosidade do evento.
“Depois de 21 anos, a ExpoVG se superou. É o terceiro dia que eu venho e está tudo maravilhoso. A organização, a segurança, a alimentação e a estrutura estão muito boas. Só tenho elogios. E hoje a expectativa é que Maiara & Maraisa arrebentem”, comentou.
Ela também ressaltou a evolução da festa ao longo dos dias de programação.
“A segurança esteve muito boa desde o primeiro dia e a parte musical também está excelente. A população precisava de um evento assim novamente”, completou.
Quem também aprovou o retorno da exposição agropecuária foi a moradora Jéssica Lima, da região do Pedra 90, em Cuiabá. Ela esteve na ExpoVG acompanhada da família e amigos para prestigiar o show nacional.
“Estava com muita saudade desse tipo de evento em Várzea Grande. Vim com minha família e amigos para aproveitar tudo, principalmente o show da Maiara & Maraisa. A prefeita está de parabéns por retomar uma festa tão grandiosa depois de 21 anos. Valeu muito a pena sair da nossa região para prestigiar esse evento lindo”, afirmou.
Com arena lotada, clima familiar e uma programação que vem atraindo milhares de visitantes, a ExpoVG segue consolidando seu retorno histórico como uma das maiores festas agropecuárias de Mato Grosso.
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Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
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