Saúde
Escolas de Várzea Grande celebram Dia das Mães com homenagens e emoção
Saúde
Diversas unidades escolares de Várzea Grande realizaram, na manhã desta sexta-feira (08), programações festivas em comemoração ao Dia das Mães, uma das datas mais significativas do calendário. As atividades foram marcadas por apresentações emocionantes, repletas de carinho, que arrancaram lágrimas e sorrisos das famílias presentes.
Entre os momentos mais especiais, mães acompanharam as apresentações dos filhos, vivenciando demonstrações de afeto por meio da música e de homenagens preparadas pelos alunos.
Taila Cristine, mãe do pequeno Theo Henrique, participou da celebração no Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) “Miguelina de Campos e Silva”. Mesmo já tendo vivido a experiência em anos anteriores, ela se emocionou novamente.
“A emoção é muito grande, não tem como segurar as lágrimas. É um momento de alegria ver meu filho cantando e demonstrando amor. Este é o segundo ano que participo, e a cada edição a escola nos surpreende”, relatou.
A diretora da unidade, Nazareth Amaral, destacou o envolvimento dos alunos durante a preparação das atividades.
“As crianças ensaiaram durante toda a semana. Como são pequenas, é natural que algumas se distraiam ao ver as mães, acenem, mandem beijos ou até chamem por elas durante a apresentação. Isso faz parte da espontaneidade dessa fase”, explicou.
Além das apresentações musicais, a programação contou com café da manhã e espaços preparados para fotos, com painéis decorativos e lembranças produzidas pelos alunos, fortalecendo o vínculo entre escola e família.
Outras unidades, como as EMEBs Nair de Oliveira Correa, Ângela Jardim Botelho, Professora Marilce Benedita de Arruda, Lúcia Leite Rodrigues e Faustino Antônio da Silva, também promoveram atividades comemorativas. As mães foram recepcionadas com flores, balões e ambientes acolhedores, pensados especialmente para a ocasião.
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressaltou a importância dessas ações no ambiente escolar.
“Essas comemorações também são oportunidades de aprendizado, pois envolvem aspectos emocionais e culturais, promovendo a valorização da família e o fortalecimento dos laços afetivos”, afirmou.
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Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
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