Search
Close this search box.

Saúde

Feira de Artesanato valoriza cultura e movimenta economia em Várzea Grande

Publicado em

Saúde

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, por meio da Superintendência de Cultura, promove a segunda edição da Feira de Artesanato do Pacinho das Artes no Várzea Grande Shopping. O evento será realizado entre os dias 7 e 10 de maio.

De acordo com a secretária Maria Fernanda Figueiredo, a feira é uma oportunidade para valorizar a produção local e aproximar a população da cultura tradicional do município.

“A Feira do Pacinho das Artes é uma oportunidade imperdível para a população conhecer o talento dos nossos artesãos e a riqueza cultural de Várzea Grande. Além disso, o evento fomenta o desenvolvimento econômico, já que muitos participantes têm no artesanato sua principal fonte de renda e visibilidade”, destacou.

Nesta segunda edição, o público poderá conferir cerca de 800 produtos, entre redes, caminhos de mesa, xales, panos de prato, bordados, peças em ponto cruz, bonecos, artigos infantis, papelaria, arte sacra, canecas, biojoias, além de chinelos e bolsas personalizados. Ao todo, aproximadamente 40 artesãos cadastrados na Superintendência de Cultura participam da feira.

A visitação será aberta ao público nos dias 7, 8 e 9 de maio, das 10h às 22h. No domingo (10), quando se comemora o Dia das Mães, o horário será das 14h às 20h.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

Publicados

em

Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA