Cultura
Festival Ecofalante de Cinema divulga filmes da mostra competitiva
Cultura
A organização do Festival Ecofalante de Cinema divulgou curtas e longas que farão parte das mostras competitivas deste ano.

Esta é a 15ª edição do Ecofalante, que acontece anualmente e é considerado o mais importante evento audiovisual da América do Sul focado em questões socioambientais.
A exibição dos 55 filmes selecionados acontecerá entre os dias 28 de maio e 10 de junho em salas de cinema, espaços culturais e educacionais da cidade de São Paulo. Este ano, obras de pelo menos 18 estados brasileiros, além do Distrito Federal, compõem a programação.
O acesso às sessões é gratuito tanto para a categoria “Competição Territórios e Memória”, quanto para a “Concurso Curta Ecofalante”. Para a primeira categoria foram escolhidos 12 longas e 19 curtas-metragens. Já o Concurso Curta Ecofalante – exclusivo para obras realizadas por estudantes universitários, do ensino médio, técnico e livre, terá 24 títulos nesta edição. Nas duas mostras competitivas as obras tratam de temas socioambientais como emergência climática, povos tradicionais, questões étnico-raciais, questões de gênero, ativismo, políticas públicas, resíduos sólidos, contaminação, biodiversidade, sustentabilidade, entre outras.
Além das mostras de filmes competitivas, o festival contará com atividades paralelas como ações formativas, debates e bate-papos com realizadores e especialistas. A programação completa ainda será divulgada pela organização através do site ecofalante.org.br.
Filmes de edições anteriores da mostra podem ser acessados por educadores e instituições de ensino através da plataforma EcofalantePlay, que é uma extensão virtual do Programa Ecofalante Universidades. O endereço para conhecer o streaming gratuito é play.ecofalante.org.br
Cultura
Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira
A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.
São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.
Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto.
“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.
Marcus Lontra conta mais sobre o trabalho de curadoria da mostra.
“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.
O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador explica como a exposição reflete a diversidade do museu.
“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.
A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.
A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!
-
Cultura7 dias atrásMostra itinerante de cinema no Ceará é retomada após a pandemia
-
Cultura5 dias atrásArtRio começa nesta quarta movimentando o mercado de arte
-
Cultura5 dias atrásIgreja Nossa Senhora da Candelária celebra 215 anos da primeira missa
-
Saúde7 dias atrásSUS amplia cobertura de vacina Pneumo 20 para maiores de 85 anos
-
Saúde7 dias atrásAssédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas, diz pesquisa
-
Cultura6 dias atrásIlê Aiyê celebra mulheres negras na Semana da Mãe Preta
-
Saúde7 dias atrásIBGE acionará PF e AGU contra fake news sobre pesquisa de saúde
-
Saúde5 dias atrásAnvisa determina recolhimento do produto NotShake Protein
