Saúde
Guarda Municipal apreende motocicleta furtada e conduz adolescente à Central de Flagrantes
Saúde
A Guarda Municipal de Várzea Grande (GMVG) deteve, na tarde desta sexta-feira (01), um adolescente de 17 anos que conduzia uma motocicleta com registro de furto na cidade de Cuiabá. A abordagem ocorreu durante patrulhamento ostensivo e preventivo na região do bairro Santa Isabel, na Avenida José Luís da Silva.
Conforme relato da guarnição, o jovem foi avistado conduzindo uma motocicleta sem placa de identificação, em desacordo com a legislação de trânsito. Diante da situação, foi dada ordem de parada, prontamente acatada pelo condutor.
Durante a abordagem, o adolescente informou não portar documentos pessoais e afirmou não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Foi realizada busca pessoal, não sendo localizado nenhum material ilícito.
Na vistoria do veículo, os agentes constataram que a motocicleta apresentava sinais identificadores suprimidos, como numeração de chassi e motor, impossibilitando a identificação imediata. Diante da suspeita de irregularidade e possível crime de supressão de sinal identificador de veículo automotor, o jovem foi conduzido à Central de Flagrantes de Várzea Grande para as providências cabíveis.
A condução ocorreu sem o uso de algemas, uma vez que não houve resistência, tentativa de fuga ou risco à integridade física dos envolvidos, sendo garantidos os direitos constitucionais e a integridade do conduzido.
Já na unidade policial, após consultas realizadas por meio do sistema informatizado oficial da Polícia Judiciária Civil, foi possível identificar o adolescente e confirmar os dados do veículo. A motocicleta foi identificada como uma Honda/CG 150 Fan, com registro de furto ocorrido no dia 29 de abril de 2026, na Rua Argentina, bairro Ribeirão da Ponte, em Cuiabá.
O adolescente permaneceu à disposição da autoridade policial e o veículo foi apreendido e apresentado para os procedimentos legais.
Galeria de Fotos (4 fotos)
Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
-
Economia7 dias atrásIA mapeia teses dos tribunais e responde no chat do advogado
-
Economia6 dias atrásVivência nas quadras inspira criação do Pró Torneios
-
Economia6 dias atrásPitney Bowes Brasil e Clique Retire oficializam parceria
-
Economia6 dias atrásRegispel lança marketing sensorial de cereja no Royal
-
Rondonópolis7 dias atrásCodipi aprova concessão de incentivos fiscais para investimentos de R$ 4,77 bilhões
-
Cáceres2 dias atrásJustiça Eleitoral – Encerra-se nesta terça-feira prazo para que candidatos e partidos apresentem prestação de contas
-
Mato Grosso7 dias atrásPF prende presidente do TCE-MT em operação que investiga corrupção e movimentação atípica de dinheiro
-
Economia2 dias atrás99Food estreia em Florianópolis e amplia mercado de delivery
