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Saúde

Pedal da Guarda percorre Ponte Sérgio Motta e reúne famílias nesta quinta (16)

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Saúde

A Guarda Municipal de Várzea Grande realiza, nesta quinta-feira (16), mais uma edição do Pedal da Guarda, iniciativa que já se consolidou como um dos eventos esportivos mais populares do município.

A concentração está marcada para as 19h, na sede da Prefeitura, localizada na avenida Castelo Branco. Desta vez, o percurso inclui a Ponte Sérgio Motta, uma das principais ligações entre Várzea Grande e Cuiabá.

De acordo com o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos, o evento — também conhecido como Pedal da Família — atrai participantes de toda a região. “Estamos realizando mais uma edição, agora com uma rota diferente. É um evento que reúne famílias de Cuiabá, Várzea Grande e de outros municípios da baixada. É um pedal para todos”, destacou.

Durante o trajeto, os participantes contarão com pontos de hidratação e distribuição de frutas para reposição de energia. “Tudo é organizado com responsabilidade e carinho. É um momento de lazer, cuidado com a saúde e também de valorização de um ponto importante da nossa cidade”, completou o comandante.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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